Preço da cesta básica de Natal tem a maior deflação, aponta DieeseA capital potiguar teve redução de 1,79% no preço da cesta básica. |
notícias relacionadas
- Cesta básica em 2011 ficou mais cara em 16 das 17 capitais pesquisadas, indica Dieese
- Natal tem quarta cesta básica mais barata entre capitais pesquisadas
- Custo da Cesta básica em Natal é o segundo mais barato do Brasil, segundo Dieese
- Preço da cesta básica em Natal cai 6,21%
- Cesta básica registra aumento de 1,91%
- Desoneração da cesta básica levará duas semanas para ser repassada ao consumidor
- Desoneração para cesta básica terá impacto de R$ 5,5 bilhões em 2013
- Cesta básica do natalense sobe 0,98% em janeiro
- Cesta básica do natalense sobe 1,86% em novembro
- Cesta básica sobe 2,11% nas primeiras semanas de novembro
- Cesta básica do natalense registra alta de 1,50% em outubro
- Cesta Básica registra leve alta de 0,63%
- Cesta básica registra redução média de 1,70% em Natal
- Cesta básica do natalense registra alta de 1,80%
- Governo pode desonerar produtos que compõem a cesta básica
- Cesta básica natalense registra 3,74% de aumento
- Natal registra maior aumento no primeiro semestre de 2012
- Cesta básica registra redução média de 1,44% em julho
- Cálculos do IDEMA registram aumento no IPC e Cesta Básica de Natal
- Cesta básica sobe em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese
- Preço da cesta básica fica praticamente estável nas duas primeiras semanas de maio
- Cesta básica fica mais cara em abril em 15 das 17 capitais pesquisadas
- Cesta básica do natalense registra alta de 2,81% no primeiro trimestre de 2012
- Cálculos registram aumento no IPC e Cesta Básica de Natal
- Cesta básica do Natalense sobe 1,18% nos dois primeiros meses de 2012
- Natal tem maior crescimento do valor da cesta básica em fevereiro no Brasil
- Cesta básica está 1,14% mais barata em Natal
- Cesta básica está 0,63% mais cara em Natal
- Cesta básica está pesando mais no bolso dos consumidores
- Natal é a capital brasileira com redução mais expressiva no valor da cesta básica
- Cesta básica pesa menos no bolso do consumidor natalense
- Índice de Preços ao Consumidor e Cesta Básica tiveram alta em agosto
- Preço da cesta básica cai 0,02% em Natal
- Cesta básica registra aumento médio de 0,61% em Natal
- Cesta básica comercializada em Natal está 1,76% mais cara
- Cesta básica vendida em Natal tem aumento de 1,64%
- Preço da cesta básica caiu 1,80% em Natal
- Cesta básica fecha maio com terceira queda consecultiva
- Natal registra maior alta na cesta básica das 17 capitais pesquisadas
- Preço da cesta básica sobe em média 1,22% em Natal
- Preço da cesta básica volta a subir em Natal, em média 0,90%, aponta Procon
- Cesta básica registra queda de 0,39% na primeira semana de fevereiro
- Preço da cesta básica natalense sobe 18,14% em 2010, aponta Dieese
- Preço da cesta básica aumenta 1,68% na segunda semana de dezembro
- Cesta básica natalense aumenta 2,39% nesta semana
- Cesta básica sobe 0,82% na segunda semana de novembro
- Cesta básica natalense aumenta 0,63% na primeira semana de novembro
- Cesta básica vendida em Natal sobe 7,86% de janeiro a outubro
- Cesta básica aumenta mais que o IPCA em todas as capitais em 2015
- MEC lança portal para receber sugestões no ensino básico
- Setor elétrico expande produção de energia
- Copom inicia reunião para definir taxa básica de juros
- Cálculos do IDEMA apontam alta no IPC e queda na Cesta Básica de Natal
- Produtos natalinos estão 6,47% mais caros este ano
- Comércio foi responsável pela maioria das vagas de emprego em agosto
- Em uma semana, cesta básica sobe 0,69% nos supermercados e hipermercados de Natal
- Pisos salariais tiveram ganhos reais em 2011, aponta estado
- Taxa de desemprego sobe para 10,1% em fevereiro, aponta Dieese
- Desaceleração da economia prejudica aumento real nos salários no RN
- Taxa de desemprego recua e fica em 10,5% em 2011, aponta Dieese/Seade
- Geração de empregos no RN teve redução de 58%
- Consumidor deve se preparar para a alta tributação dos itens da ceia de Natal
- Cesta básica sobre 0,95% na primeira quinzena de novembro
- Vendas nos supermercados caem de agosto para setembro
- Cálculos do IDEMA registram alta no IPC e queda na Cesta Básica de Natal
- ABRAS prevê que supermercados fechem o ano com faturamento 4% maior
- Mais de 90% dos pisos salariais negociados em 2010 tiveram ganhos acima da inflação
- Taxa de desemprego sobe para 10,4% em janeiro, segundo Dieese
- Custo de vida sobe 1,04% em novembro, aponta Dieese
O custo da alimentação básica subiu em maio para os consumidores de 12 das 17 capitais do País nas quais o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. As variações de alta ficaram entre 0,08% e 2,79%. Em cinco cidades, a alimentação essencial para o consumidor com menor poder aquisitivo caiu, oscilando entre um recuo de 1,79% e baixa de 0,22%. O custo da alimentação básica subiu em maio para os consumidores de 12 das 17 capitais do País nas quais o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. As variações de alta ficaram entre 0,08% e 2,79%. Em cinco cidades, a alimentação essencial para o consumidor com menor poder aquisitivo caiu, oscilando entre um recuo de 1,79% e baixa de 0,22%.
No grupo das altas, os maiores reajustes foram registrados em Recife (2,79%), Fortaleza (2,54%), Rio de Janeiro (1,90%), Vitória (1,75%), São Paulo (1,66%), Goiânia (1,34%) e Florianópolis (1,02%). As demais capitais apresentaram taxas positivas, inferiores a 1%. Dentre as cestas com deflação, os destaques foram Natal (-1,79%) e Manaus (-0,96%).
No acumulado de janeiro a maio, a cesta básica acumulou alta de preço em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A única cidade a apresentar queda nestes cinco meses foi Manaus, onde a ração mínima essencial fechou com queda de 2,59%. As maiores variações positivas foram registradas em Vitória (7,68%), Rio de Janeiro (7,14%), Florianópolis (7,13%), Brasília (6,53%), Aracaju (6,13%) e Fortaleza (6,01%).
Nos últimos 12 meses, de junho de 2010 a maio deste ano, Fortaleza (17,38%) apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos, seguida por Goiânia (13,34%), Rio de Janeiro (8,17%) e Florianópolis (8,15%). Ao longo deste período, dentre as quatro cidades com variações negativas, as com maiores quedas foram Salvador (-6,37%) e Recife (-4,24%).
Fonte: Agência Estado

