SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 90,5 Portal Mercado Aberto
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Após aumento de 32%, Aneel prevê novo reajuste na energia

04/03/2015 18h13

A crise elétrica no Brasil está tomando grandes proporções. Como se já não bastasse o aumento de 32% na conta de energia, ratificado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel - na semana passada, agora o contribuinte deve se preparar para um reajuste de pelo menos 10,2%, que afetará os consumidores de baixa tensão, como residências urbanas e rurais. É o que prevê os cálculos da Superintendência de Gestão Tarifária da agência.

O novo percentual corresponde ao reajuste ordinário, que acontece todos os anos e gera aumentos nas tarifas de todas as distribuidoras do país. Diferente dos 32% da semana passada, um reajuste extraordinário, que resulta de uma decisão do Ministério da Fazenda em não efetuar os repasses às concessionárias, referentes aos pagamentos dos programas sociais (como Luz para Todos e as tarifas especiais para baixa renda), além dos gastos com indenização de concessões e compra de combustíveis para as usinas térmicas. Com isso, o que deveria sair dos cofres do tesouro nacional agora vai sair do bolso da população.

A presidente Dilma anunciou hoje (4), que vai cortar o subsídio de 5 milhões de famílias que participam do programa Luz Para Todos. Atualmente 13,1 milhões de famílias brasileiras se beneficiam do programa que reduz as contas de luz para clientes de baixa renda. Com a atualização dos cadastros, o governo federal espera saber quem realmente tem direito ao benefício, reduzindo os custos do setor elétrico como um todo.

Somando os dois percentuais já anunciados, o aumento final deve ficar em torno dos 40%, sem contar com as bandeiras vermelhas cobradas na fatura. Tem gente por aí que já está pagando 80% mais caro no fim do mês.

Vale lembrar que a energia elétrica é fundamental para vários seguimentos importantes. Por enquanto, o novo percentual afeta apenas as residências, mas se a crise no setor elétrico se agravar, isso deve influenciar no preço final de outros serviços.

 


Fechamento de postos de trabalho gera alerta para possível recessão

03/03/2015 15h21

O mês de janeiro é tradicionalmente um período de baixa nos postos de emprego, principalmente devido ao término do contrato dos chamados "temporários", que são contratados no final do ano para suprir a demanda. Há alguns anos, esses temporários conseguiam continuar trabalhando até meados de março, por causa da alta estação turística, mas já tem uns três anos que isso não acontece.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que em janeiro de 2015 foram gerados 923 postos a menos no setor de comércio, mais que o dobro do número registrado no mesmo período do ano passado, quando foram 442 baixas. Isso pode ser um sinal de alerta para que o governo comece a prevenir uma possível recessão na economia.

O que fica claro para os especialistas é que governo cometeu sucessivos erros. O problema é que quem paga pela má colheita é a população. Agora é a hora do ajuste: a inflação subiu, a crise elétrica se agravou e os gastos têm que ser cortados. Gastos do próprio governo e não dos investimentos do PAC, como foi anunciado na última quinta (26). Os economistas defendem ainda que ao invés de jogar sobre as famílias e as empresas a responsabilidade do racionamento, o governo brasileiro deveria olhar mais para o próprio umbigo.


Publicação estrangeira afirma que o Brasil está no atoleiro econômico

27/02/2015 16h25

A revista The Economist, em sua mais recente edição, traz como destaque o Brasil e o suposto atoleiro econômico do país. Em editorial, a revista diz que a primeira estrela da América Latina "está na maior bagunça desde o começo dos anos 1990". A informação da capa por si só já choca bastante: Uma passista de escola de samba bambeando para não cair dentro de um lamaçal. A publicação é uma das mais lidas e respeitadas no mundo quando o assunto é economia, e não é a primeira vez que somos destaque em suas edições.

Em 2009, a reportagem era diferente, falava sobre um Brasil promissor, que crescia e se desenvolvia a cada boa decisão tomada. Naquele ano, a capa foi ilustrada com uma imagem do Cristo Redentor decolando. Já em 2013, a revista trazia um alerta importante ao governo, demonstrando que o país estava correndo sérios riscos de perder o rumo do seu crescimento. Dito e feito.

O texto diz que "a economia do Brasil está numa bagunça, com problemas bem maiores do que o governo admite ou que os investidores parecem perceber". Entre os problemas estão a economia estagnada, a inflação, a diminuição dos investimentos, o escândalo de corrupção da Petrobras e a desvalorização do real. A alta do dólar nas últimas semanas exemplifica bem este último ponto.

Hoje o Brasil pode até não estar no total atoleiro, mas enfrenta grandes dificuldades para controlar os índices econômicos. Ontem a presidente Dilma Rousseff anunciou algumas medidas para tentar controlar a crise, como o corte de gastos em alguns programas e também o aumento nos tributos para as empresas. Mas para o Brasil conseguir se restabelecer, será necessário reduzir ainda mais os gastos públicos e promover uma reforma fiscal e tributária. Só assim a economia voltará a crescer no setor produtivo.

 


Governador confirma redução do ICMS para querosene da aviação

25/02/2015 16h23

O governador Robson Farias assina amanhã, às 16 horas, em solenidade na Governadoria, o decreto que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o querosene de aviação de 17% para 12%. Com a assinatura do decreto, o governo recupera o tempo perdido - cerca de três anos, desde quando iniciou as primeiras discussões sobre a redução do imposto- frente a outros estados que já fizeram essa redução, principalmente, ao concorrentes diretos do Rio Grande do Norte, como Ceará, Pernambuco e Paraíba.

Um exemplo clássico de como a redução do imposto sobre o combustível de aviação é imprescindível para o crescimento da malha aérea é o aeroporto de Brasília. Após a diminuição do ICMS no Distrito Federal, o aeroporto de Brasília apresentou, em três meses, um aumento de mais de 60% na frequência de voos.

A redução do ICMS permite às companhias aéreas planejar um número maior de abastecimentos em Natal e não fazer da cidade apenas um ponto de passagem. A possibilidade de crescimento da saída de aeronaves do aeroporto potiguar tende a criar novas frequências aéreas, fato que resulta na diminuição de tarifas. A redução das tarifas é, inclusive, uma exigência apresentada pelo governador Robson Farias aos representantes das companhias aéreas como contrapartida à diminuição do imposto. Uma vez que Natal é, atualmente, umas das cidades mais caras e mais difíceis de atingir por via aérea a partir dos principais polos emissores, notadamente, os do centro-sul do país.

A assinatura do decreto é um momento histórico, principalmente, para o setor turístico do estado e também, o possível marco, para que o aeroporto Aluízio Alves possa, enfim, trazer todos os benefícios a que tem potencial para a atividade turística do RN.

 


Com o dólar em alta, brasileiro deve se planejar melhor para viajar para o exterior

24/02/2015 15h12

Depois de ter alcançado nesta segunda-feira (23) o patamar de R$ 2,90, a cotação do dólar comercial promete aumentar ainda mais até o final do ano, segundo analistas, o que significa dor de cabeça para os brasileiros que pretendem viajar para o exterior. Quem estiver programando alguma viagem internacional para 2015, deve ter calma e se planejar para evitar que o passeio pese tanto no bolso.

Uma dica preciosa para economizar na hora de trocar de moeda é acompanhar a cotação do dólar ao longo do dia. Por exemplo, nesta segunda-feira a moeda começou a ser comercializada por R$ 2,87, oscilou durante à tarde e encerrou o dia em alta, custando R$ 2,90. Um consumidor bem informado vai saber aproveitar o momento certo para investir o seu dinheiro. Outra dica importante é efetuar a compra fracionada, com um intervalo de uma semana no máximo. Quando você divide a troca da moeda em várias compras, o valor final pode sair bem mais em conta.

Os economistas apontam que a grande responsável pela alta do dólar no Brasil é a falta de uma política fiscal que trate especificamente disso. Por enquanto, as únicas medidas que o governo tomou foi aumentar os impostos, quando na verdade deveria cortar os próprios gastos, para conseguir fazer o que os especialistas chamam de superávit primário, ou seja, promover o equilíbrio econômico do país. Só assim o Brasil assumiria o controle do mercado cambial, para quem sabe assim, em 2016, manter o dólar no patamar de R$ 2,50.

 



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