SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 90,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

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Publicação estrangeira afirma que o Brasil está no atoleiro econômico

27/02/2015 16h25

A revista The Economist, em sua mais recente edição, traz como destaque o Brasil e o suposto atoleiro econômico do país. Em editorial, a revista diz que a primeira estrela da América Latina "está na maior bagunça desde o começo dos anos 1990". A informação da capa por si só já choca bastante: Uma passista de escola de samba bambeando para não cair dentro de um lamaçal. A publicação é uma das mais lidas e respeitadas no mundo quando o assunto é economia, e não é a primeira vez que somos destaque em suas edições.

Em 2009, a reportagem era diferente, falava sobre um Brasil promissor, que crescia e se desenvolvia a cada boa decisão tomada. Naquele ano, a capa foi ilustrada com uma imagem do Cristo Redentor decolando. Já em 2013, a revista trazia um alerta importante ao governo, demonstrando que o país estava correndo sérios riscos de perder o rumo do seu crescimento. Dito e feito.

O texto diz que "a economia do Brasil está numa bagunça, com problemas bem maiores do que o governo admite ou que os investidores parecem perceber". Entre os problemas estão a economia estagnada, a inflação, a diminuição dos investimentos, o escândalo de corrupção da Petrobras e a desvalorização do real. A alta do dólar nas últimas semanas exemplifica bem este último ponto.

Hoje o Brasil pode até não estar no total atoleiro, mas enfrenta grandes dificuldades para controlar os índices econômicos. Ontem a presidente Dilma Rousseff anunciou algumas medidas para tentar controlar a crise, como o corte de gastos em alguns programas e também o aumento nos tributos para as empresas. Mas para o Brasil conseguir se restabelecer, será necessário reduzir ainda mais os gastos públicos e promover uma reforma fiscal e tributária. Só assim a economia voltará a crescer no setor produtivo.

 


Governador confirma redução do ICMS para querosene da aviação

25/02/2015 16h23

O governador Robson Farias assina amanhã, às 16 horas, em solenidade na Governadoria, o decreto que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o querosene de aviação de 17% para 12%. Com a assinatura do decreto, o governo recupera o tempo perdido - cerca de três anos, desde quando iniciou as primeiras discussões sobre a redução do imposto- frente a outros estados que já fizeram essa redução, principalmente, ao concorrentes diretos do Rio Grande do Norte, como Ceará, Pernambuco e Paraíba.

Um exemplo clássico de como a redução do imposto sobre o combustível de aviação é imprescindível para o crescimento da malha aérea é o aeroporto de Brasília. Após a diminuição do ICMS no Distrito Federal, o aeroporto de Brasília apresentou, em três meses, um aumento de mais de 60% na frequência de voos.

A redução do ICMS permite às companhias aéreas planejar um número maior de abastecimentos em Natal e não fazer da cidade apenas um ponto de passagem. A possibilidade de crescimento da saída de aeronaves do aeroporto potiguar tende a criar novas frequências aéreas, fato que resulta na diminuição de tarifas. A redução das tarifas é, inclusive, uma exigência apresentada pelo governador Robson Farias aos representantes das companhias aéreas como contrapartida à diminuição do imposto. Uma vez que Natal é, atualmente, umas das cidades mais caras e mais difíceis de atingir por via aérea a partir dos principais polos emissores, notadamente, os do centro-sul do país.

A assinatura do decreto é um momento histórico, principalmente, para o setor turístico do estado e também, o possível marco, para que o aeroporto Aluízio Alves possa, enfim, trazer todos os benefícios a que tem potencial para a atividade turística do RN.

 


Com o dólar em alta, brasileiro deve se planejar melhor para viajar para o exterior

24/02/2015 15h12

Depois de ter alcançado nesta segunda-feira (23) o patamar de R$ 2,90, a cotação do dólar comercial promete aumentar ainda mais até o final do ano, segundo analistas, o que significa dor de cabeça para os brasileiros que pretendem viajar para o exterior. Quem estiver programando alguma viagem internacional para 2015, deve ter calma e se planejar para evitar que o passeio pese tanto no bolso.

Uma dica preciosa para economizar na hora de trocar de moeda é acompanhar a cotação do dólar ao longo do dia. Por exemplo, nesta segunda-feira a moeda começou a ser comercializada por R$ 2,87, oscilou durante à tarde e encerrou o dia em alta, custando R$ 2,90. Um consumidor bem informado vai saber aproveitar o momento certo para investir o seu dinheiro. Outra dica importante é efetuar a compra fracionada, com um intervalo de uma semana no máximo. Quando você divide a troca da moeda em várias compras, o valor final pode sair bem mais em conta.

Os economistas apontam que a grande responsável pela alta do dólar no Brasil é a falta de uma política fiscal que trate especificamente disso. Por enquanto, as únicas medidas que o governo tomou foi aumentar os impostos, quando na verdade deveria cortar os próprios gastos, para conseguir fazer o que os especialistas chamam de superávit primário, ou seja, promover o equilíbrio econômico do país. Só assim o Brasil assumiria o controle do mercado cambial, para quem sabe assim, em 2016, manter o dólar no patamar de R$ 2,50.

 


Reportagem lança luzes sobre o problema de atestados médicos para as empresas

23/02/2015 16h33

A reportagem feita pelo jornal Tribuna do Norte, intitulada "Atestado de polêmica e prejuízo", lança luzes sobre o problema delicado de concessão de atestados médicos para funcionários do serviço público e privado. A matéria publicada no domingo (22) chama atenção pelos dados apresentados e os prejuízos causados pela ausência do trabalhador no local de trabalho.

Segundo a publicação, uma indústria potiguar de grande porte, não identificada pela reportagem, apresentou em 2014 uma perda de R$ 69 milhões, devido o grande número de atestados apresentados por seus funcionários. Foram 64.236 dias de produções perdidos somando os 29 mil atestados entregues na empresa durante o ano. O número de atestados é quase o triplo do número de colaboradores, que totalizam dez mil empregados.

Outro dado interessante apresentado pela matéria da Tribuna do Norte é que o munício de Natal que tem 19.600 servidores, apresentou, no ano passado, 3.542 afastamentos por atestado médico e somente em janeiro deste ano - quando boa parte dos servidores, inclusive, estavam de férias- foram 232 ausências. 59% das faltas no município são de trabalhadores da área de educação.

Frente aos dados mostrados pela reportagem, a indagação que fica é será que todos esses atestados são legítimos? O afastamento por motivo de doença é um direito do trabalhador, mas qualquer benefício quando mal usado acaba impactando nas demais pessoas que o utilizam de maneira correta. O uso incorreto de qualquer direito é crime.

 


Setor de serviços deve ser a próxima vítima no quadro de recessão que se instala no Brasil

20/02/2015 15h20

O setor de serviços, que no Rio Grande do Norte é um dos pilares da economia, pelo que tudo indica, é a próxima vítima da crise econômica vivenciada pelo Brasil. Projeções feitas por especialistas no plano nacional mostram que o setor, que já foi atingido pela crise econômica em 2014, gerando, praticamente, metade das novas vagas de emprego que gerou em 2013, terá inda mais perdas este ano.

Em 2014 foram geradas 379 mil novas vagas de emprego no setor de serviços (em nível nacional), em 2010 esse número foi de 869 mil e as perspectivas para é que o número caia para 326 mil vagas.

No RN, onde a economia do estado é basicamente terciária, o setor de comércio e serviços responde por praticamente metade dos empregos formais gerados- o turismo está inserido no setor de serviços -, o setor contrariou os dados nacionais, em 2014; segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED, enquanto em 2013 o estado apresentou 6.112 novas vagas, em 2014 o número foi para 10.582. Um aumento de 73%. O fortalecimento do setor serviços no estado no ano passado se deve a basicamente dois fatores: a realização da copa do mundo em Natal - que beneficiou apenas o setor de serviços, o comércio não colheu os frutos esperados com a realização do mundial - e a recuperação do turismo, também crédito da movimentação ocorrida devido a Natal ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. O turismo potiguar vinha de uma vertiginosa queda nas taxas de ocupação em 2013, com isso, a pouca recuperação advinda do período da Copa e do final do ano passado (alta estação) teve um impacto muito grande na abertura de vagas no setor turístico.

Diante dessa conjuntura, pode-se dizer que o aumento de 73% no número de vagas no setor de serviços do RN, em 2014, foi o chamado, como dizem os especialistas, ponto fora da curva. Não se pode deixar-se enganar com esse número. Infelizmente, para 2015 esse setor deve desacelerar fortemente, o que será sentido no balanço geral da taxa de desemprego no estado, uma vez que os 10.582 novos postos gerados pelo setor de serviços, no ano passado, foram fundamentais para o saldo positivo com o qual o estado fechou o ano de 2014, totalizando 13.392 novas vagas.

 



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