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Ministro dos Portos visita Terminal Marítimo de Passageiros de Natal e cobra adequações

12/05/2015 18h40

O Ministro dos Portos, Edinho Araújo, esteve em Natal nesta segunda-feira (11) para visitar o terminal de marítimo de passageiros no bairro da Ribeira, que já está pronto há 11 meses, mas ainda precisa de adequações. Segundo os cálculos da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), cerca de quatro mil turistas desembarcaram por lá desde o término das obras.

O ministro observou que a falta de um espaço comercial, como lojas, restaurantes e estruturas de apoio, prejudica a movimentação no terminal. Ele se comprometeu a conversar com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) para agilizar a liberação para que no local possa funcionar plenamente, mas esse trâmite deve demorar pelo menos 90 dias.

Outro ponto abordado na visita foi a possibilidade do Rio Grande do Norte sediar o HUB da TAM. O ministro deixou claro que a cidade possui vários aspectos positivos que a coloca na frente dos estados vizinhos, mas a falta de um porto competitivo para cargas pode prejudicar a capital potiguar na disputa.

É importante que seja o Berço 3 de atracação seja ampliado e um novo seja construído, com isso o porto ganharia uma área de cais de mais de 220m e poderia ter a sua área útil ampliada para cerca de 18.000m², só que o ministro já adiantou que esses serviços só devem ter uma posição do governo federal no segundo semestre do ano que vem, para talvez terem um início em 2017. Essas obras devem custar cerca de R$ 250 milhões.

 


Procura por restaurantes no Dia das Mães supera expectativa do setor

11/05/2015 18h47

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do RN (Fecomércio RN) divulgou na semana passada uma pesquisa mostrando a expectativa de gastos do natalense para o Dia das Mães. Dentre os produtos mais desejados pelos filhos estavam peças do vestuário feminino, eletrônicos, perfumes e cosméticos, além do aumento na procura por serviços. Os números oficiais ainda não foram divulgados, mas andando por Natal neste domingo, foi possível observar que o resultado foi positivo.

A estimativa da Fecomércio era de que se gastasse em média R$ 115,00 reais na compra de presentes, e que setores de serviços, como restaurantes, também tivessem um incremento na economia. Na rua, os comerciantes comemoraram o sucesso da data, que no Rio Grande do Norte é a terceira mais importante do ano, ficando atrás apenas do Natal e da Liquida Natal.

Ainda segundo os empresários, a procura pelo serviço foi tanta que as filas nos restaurantes começaram a se formar por volta das 10h, com gente tentando garantir um lugar para a família. Agora é só aguardar o balanço oficial divulgado pela federação para medir exatamente quanto foi gasto e quais os setores mais beneficiados este ano.

 


Levantamento do IBGE mostra aumento na taxa de desocupação do RN

08/05/2015 18h40

Pela primeira vez em anos, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgou separadamente o índice de cada unidade federativa do país. O Rio Grande do Norte aparece liderando o ranking dos desempregados, com 11,5%. No país a taxa de desocupação foi estimada em 7,9% no primeiro trimestre de 2015.

Esses são os maiores números verificados desde 2013. Pelos dados, a região Nordeste obteve os piores resultados do país, com uma taxa de 9,6%. A região Sul conseguiu manter o menor índice, com 5,1%, tendo Santa Catarina o melhor resultado.

A pesquisa ainda revelou o rendimento médio dos trabalhadores, estimado em R$ 1.840. No RN esse primeiro quadrimestre foi de retração na renda mensal. Os potiguares apresentaram R$ 1.350, um pouco acima do que foi constatado na região Nordeste, que chegou perto de RS 1.340.

 


Banco do Brasil eleva juros para financiamento de imóveis

07/05/2015 18h03

Está cada vez mais difícil realizar o sonho da casa própria no Brasil. O seguimento da construção civil é um dos que mais vem sofrendo os impactos da crise econômica no país e a diminuição nos postos de trabalho reflete o mau momento que o setor enfrenta. Como era de se esperar, os bancos começaram a seguir a tendência de aumento na taxa de juros imposta pela Caixa Econômica Federal, que responde hoje por 70% do financiamento imobiliário do país. Só este ano já foram dois aumentos significativos.

As mudanças nas regras da Caixa modificaram o setor, que antes financiava até 80% do valor do imóvel usado dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e hoje cobre apenas 50%. O Banco do Brasil, que responde por cerca de 15% do serviço, anunciou ontem que a taxa máxima de financiamentos para o banco subiu de 9,9% para 10,4% ao ano. A instituição não mexeu nas regras de uma maneira geral, manteve a entrada mínima de 20%, ou seja, financia 80% dos imóveis usados e 90% dos novos. Os novos valores devem começar a operar no dia 18 de maio.

Em nota, o Banco do Brasil informou que "promoveu recentemente uma série de aprimoramentos e adaptações nas linhas de Crédito Imobiliário SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tais como a ampliação do prazo de financiamento, manutenção do percentual de financiamento sobre o valor do imóvel, maior flexibilização na aplicação das taxas de juros conforme o nível de relacionamento do cliente com o Banco, bem como, em determinadas situações, maior poder de escolha por parte do cliente acerca da melhor fórmula de cálculo da taxa de juros para cada caso".

 


Estudo revela aumento no número de inadimplência no país

06/05/2015 18h47

Segundo um estudo realizado pela Serasa Experian, mais de 55,63 milhões de brasileiros estão com as contas penduradas em diversos setores. Isso significa que quase quatro em cada dez brasileiros estão negativados. Um número alto que representa 1,5 milhão de inadimplentes a mais de dezembro de 2014 até março deste ano.

O valor total da dívida subiu de R$ 218,6 bilhões para R$ 235 bilhões. De acordo com economistas da Serasa, cada devedor tem quatro contas em atraso, valor que em média chega aos R$ 4,200. O aumento da taxa de juros encarece as dívidas e dificulta o pagamento. Esse fator, aliado à inflação, que corrói a renda do trabalhador, tem impacto na inadimplência.

O estudo também revela o perfil do negativado, que na maioria (28,27%) são adultos com mais de 35 anos e moradores das periferias brasileiras. É a chamada classe C perdendo o poder de compra arduamente conquistado nos últimos anos. A inadimplência é preocupante porque não aumenta o patrimônio de quem está endividado, afastando essas pessoas do consumo diário.

 


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