SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 85,5 Portal Mercado Aberto
Biometria

Tudo sobre economia, finanças, negócios e investimentos

Alta do dólar pode afetar também o preço do pão francês

25/03/2015 18h12

Há quem acredite que o dólar mais alto não influencia muito no dia-a-dia de um cidadão comum, que não planeja viagens internacionais ou compra produtos importados. Grande engano. Com a moeda cotada a mais de R$ 3,00 os impactos são refletidos diretamente na cadeia produtiva de diversos setores da nossa economia. É o caso do pão francês, alimento preferido dos brasileiros na hora de pôr a mesa do café da manhã.

O pãozinho vai aumentar porque o custo da importação do trigo também foi pego pela inflação. O produto, que tinha subido 0,09% em janeiro, acelerou a alta para 1,23%. Com o efeito do pão francês, o café da manhã subiu 2,73% em fevereiro, ante 1,17% em janeiro. Panificadoras anunciaram esta semana que há uma expectativa de aumento de 10% a 12% no valor repassado ao consumidor. Em algumas panificadoras de Natal, o valor do quilo do pãozinho pode chegar a custar R$ 10,00. Isso significa que cada unidade de 50g vai sair por aproximadamente R$ 0,50.

Outros impactos

O setor de aviação também está sofrendo reajustes por causa da alta do dólar. Algumas empresas já anunciaram uma diminuição no número de decolagens diárias, como é o caso da Azul. A empresa confirmou que vai reduzir a oferta em pelo menos 10%.

As companhias aéreas notificaram nesta terça-feira (24) que não têm mais como arcar com os custos gerados pela disparada recente do dólar. Apesar da queda do preço do petróleo, o impacto da variação do dólar tem consequência imediata nas operações. O contrato de fornecimento de querosene usado pelos aviões é feito previamente para meses, então a baixa dos preços demorará mais para surtir efeito. Como não há possibilidade de reajustes nas tarifas repassadas ao consumidor, até mesmo por uma questão de mercado, a única solução que as companhias encontraram foi reduzir o número de voos.

 


Governo apresenta proposta que garante manutenção do Progás

24/03/2015 17h07

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo do Gás Natural (Progás), criado pelo Governo do Estado em 1997, tem como objetivo fomentar o desenvolvimento industrial do Rio Grande do Norte, assegurando o fornecimento de gás natural com tarifas subsidiadas às grandes indústrias que se instalam no estado com descontos de até 40%. Quanto maior o volume usado pelo beneficiário maior o desconto no valor cobrado pelo gás.

Isso termina sendo um diferencial para que as empresas optem por abrir unidades em território potiguar, principalmente as indústrias eletrointensivas, que utilizam muita energia e podem ser contempladas pelo programa. Hoje, 22 empresas são beneficiadas pelo Progás no Rio Grande do Norte, custando algo em torno de R$ 11 milhões por mês aos cofres públicos.

Mesmo sendo um negócio vantajoso para governo e indústrias, o estado não conseguiu honrar com todos os pagamentos, acumulando uma dívida com a Potigás, empresa que repassa o combustível, de R$ 180 milhões.

O contrato para o fornecimento do gás subsidiado termina no dia 30 de abril, e com a dívida, ainda há possibilidade do fim do programa. Na semana passada houve uma reunião onde o estado se comprometeu a renegociar o valor do e também um novo formato de contrato. A ideia é que esse custo de R$ 11 milhões caia pela metade. Representantes do governo pretendem detalhar essa proposta em uma reunião realizada nesta terça-feira (24), entre empresários e diretores da Potigás.

 

 


Destino do antigo aeroporto Augusto Severo é discutido entre Fecomércio RN e Força Aérea na Assembleia Legislativa

23/03/2015 16h19

Desde o fechamento do antigo aeroporto Augusto Severo, em Parnamirim, várias autoridades e instituições vêm discutindo o que deve ser feito com a estrutura física da unidade, que atualmente funciona como Base Aérea de Natal (BANT). Na última sexta-feira (20), durante audiência pública na Assembleia Legislativa do estado, representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN) apresentaram uma proposta de uso do equipamento.

A ideia da Federação é transformar a estrutura de mais de 420 mil metros quadrados, em um complexo com um novo Centro de Convenções para a Grande Natal e um museu aeroespacial. O projeto é fruto de discussões iniciadas há mais de três anos, logo após o anúncio da desativação do aeroporto de Parnamirim, e já foi apresentado ao governador Robinson Faria em reunião realizada no mês de fevereiro.

Membros da Força Aérea também participaram da audiência pública e acataram a proposta da Fecomércio. Em contrapartida, o Brigadeiro da Força Aérea, Hudson Potiguara, apresentou um projeto semelhante ao da entidade, mostrando que os militares também possuem a intenção de construir um centro cultural que iria expor uma parte das relíquias da II Guerra Mundial, promover visitações a edifícios que mantêm algumas características da época e também construir um centro de treinamento especial, com auditórios, salas para reuniões e espaço para exposições, ou seja, o espaço realmente deve ser convertido em um centro que poderá servir também para uso civil.

O Brigadeiro também se dispôs a ter uma conversa com o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, e disse que pretende ter o apoio da Federação para formatar o centro convenções, o que indica que a estrutura vai atender aos apelos dos empresários e fomentar a atividade turística do Rio Grande do Norte.

 


RN começa a colher frutos da redução do QAV, anunciada pelo governo em fevereiro

20/03/2015 17h01

A partir do segundo semestre de 2015, o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, vai despachar também voos diretos para Buenos Aires, na Argentina. A companhia aérea GOL entregou à Agência Nacional de Aviação Civil o pedido para iniciar a operar no trajeto semanalmente. A informação foi divulgada na última quinta-feira (19) pelo governo do estado.

Essa novidade vem atrelada a outra boa notícia: Natal também deve entrar na rota de outros voos internacionais até o fim do ano. A secretaria de turismo está negociando dois voos charters (fretados), que viriam da Suécia e Itália.

O voo para a Argentina foi o primeiro pedido após o Governo do Estado reduzir a alíquota do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) para querosene do avião (QAV). Assim que entrar em vigor, Natal passa a ser o oitavo destino a ter voo direto da companhia para Argentina. Atualmente, clientes da capital potiguar precisam viajar até o aeroporto de Guarulhos (SP) para conseguir fazer uma conexão até Buenos Aires.

A expectativa é que o número de pedidos aumente e que a retomada dos voos charters também se concretize, beneficiando assim o turismo na capital potiguar.

 


Emprego formal volta a cair em fevereiro, aponta Caged

19/03/2015 15h20

Segundo informações do Ministério do Trabalho, o Brasil fechou o mês de fevereiro com 2.415 vagas de emprego formal a menos do que no mesmo período do ano passado. No Rio Grande do Norte a situação não foi diferente, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o mês fechou com saldo negativo de 4.013 vagas.

Este é pior resultado para meses de fevereiro na história do Caged no estado. No Brasil isso não acontecia desde 1999, quando foram fechados 78.030 postos de trabalho. Em 2014, mesmo período, o saldo do RN foi positivo, com 931 vagas de emprego formal no saldo. Somando tudo, é possível perceber que quase cinco mil empregos formais perdidos entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano.

No acumulado do ano o quadro é ainda pior, o saldo do estado é de 5.122 empregos negativos. Isso piora quando se olha para o resultado obtido no primeiro bimestre do ano passado. Em 2014, o saldo era de 1.858 vagas, quase 7.000 empregos formais a menos na comparação do primeiro bimestre deste ano. Segundo dados oficiais, os setores de comércio e construção civil foram os que mais registraram fechamentos de postos de trabalho.

 



Av. Senador Salgado Filho, 2190 - Ed. Portugal Center - 207/209 - Fone: (84) 3206-9578
2010 ® Portal Mercado Aberto. Todos os direitos reservados.
ponto criativo