SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 85,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

Tudo sobre economia, finanças, negócios e investimentos

Governo garante que os programas sociais não serão afetados pelos cortes no orçamento deste ano

11/03/2015 17h15

Desde o início do ano, o governo vem realizando um trabalho para organizar os cortes nas despesas do orçamento geral deste ano. Alguns especialistas afirmaram que a equipe econômica estaria passando um pente-fino em todos os programas governamentais, e que a análise atingiria também os programas sociais, como o "Minha Casa, Minha Vida" e "Bolsa Família". A presidente Dilma Rousseff esteve nesta terça-feira (10) na abertura do 21º Salão Internacional da Construção, em São Paulo, e desmentiu que os beneficiários dos programas sociais sofreriam redução nos investimentos.

Só o "Minha Casa, Minha Vida" e o "Bolsa Família" juntos, representam mais de 40 bilhões de reais por ano aos cofres do governo. Quando começou, há cerca de doze anos, o Bolsa Família tinha 3,6 milhões de famílias inscritas. No ano passado, já eram quase 18 milhões. O que se vê, na verdade, é um aumento frenético no número de pessoas que dependem dos auxílios do governo para auxiliar nas despesas domésticas.

O governo está cortando investimentos, onerando ainda mais as empresas e o setor produtivo. Isso termina dificultando a geração de emprego e renda no país. Especialistas explicam que a política clientelista também precisa ser revista dentro do contexto de ajustes da meta fiscal. Como diz o ditado, é melhor ensinar a pescar do que simplesmente dar o peixe.

 


Pesquisa da Fecomércio-RN revela que Carnaval em Natal injetou mais de R$ 54 milhões na economia

10/03/2015 15h21

Depois de algumas edições fracassadas, o Carnaval de Natal deste ano foi revitalizado e agradou natalenses e turistas que estiveram na cidade durante a folia de momo. Dados divulgados ontem (9), pela Fecomércio-RN, apontam que o turista gastou em média R$ 295,67 por dia, bem mais que os R$ 210 registrados na alta estação.

Segundo a pesquisa, foram mais de R$ 54 milhões injetados na economia e uma nota média de 8,1 dada pelos foliões à estrutura. A rede hoteleira saiu na frente e levou um 9,0 na média total dada pelos turistas. Até mesmo os setores que obtiveram as menores notas, como segurança, transporte e limpeza pública, não têm muito que reclamar, afinal 7,1 não é uma nota tão ruim assim.

No levantamento, feito entre os dias 14 e 17 de fevereiro, foram entrevistadas 600 pessoas, sendo 59,5% de potiguares e 40,5% de turistas de outros estados com tradição carnavalesca, como Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo a Fecomércio-RN, as atrações musicais (28%), a beleza das praias (16,1%) e o fato de as festas serem gratuitas (14,7%) foram os principais motivos que trouxe esse turista para a capital potiguar. A Prefeitura de Natal investiu R$ 4,5 milhões para a folia em 2015, divididas em cinco polos multiculturais com atrações nacionais e potiguares.

O estudo deixou claro que quando se investe em boas atrações, o folião acaba abrindo mais a carteira. Isso abre margem para que a prefeitura invista em outros eventos de grande porte, como São João e o próprio "Natal em Natal", que ainda não teve todo o seu potencial explorado.

 


Pesquisa aponta que o inadimplente brasileiro deve, em média, sete vezes o que ganha

05/03/2015 17h15

O estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), entre os dias 1 e 8 de fevereiro, nas 27 capitais do país, indica que os inadimplentes possuem dívidas muito superiores ao seu rendimento mensal, chegando a dever para 3,7 empresas diferentes.

O débito total gira em torno dos R$ 21.676, e está diretamente associado ao mau uso das linhas de crédito, já embutidos nesse total as multas e as taxas cobradas pelo atraso. Isso representa 768% da renda de um consumidor que ganha em média R$ 2.822,00.

A pesquisa também detectou que o valor inicial da dívida e o valor final divergem em 70%. Após dois anos, a dívida que inicialmente custava R$ 12.776,00, depois das cobranças monetárias, passou a custar R$ 21.676,00, comprometendo cerca de 768% da renda mensal desse mesmo consumidor. Dos quase R$ 22.000 que o brasileiro deve, em média, 14 mil são juros embutidos nessas dívidas.


Nesta quarta (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar mais uma vez os juros básicos de 12,25% para 12,75% ao ano, uma alta de 0,50 ponto percentual. Foi o quarto aumento consecutivo da taxa Selic, que atingiu o maior patamar dos últimos seis anos. A palavra de ordem agora é evitar novas dívidas a qualquer custo.


Aumento no preço da cesta básica

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), também divulgou nesta quarta (4) um levantamento feito em 18 capitais brasileira. Nele, Natal aparece com o maior percentual de aumento no preço da cesta básica em fevereiro, em torno dos 4,36%. Isso é reflexo direto da seca que o país inteiro vem enfrentando. Tomate, feijão, café em pó e óleo de soja foram os principais responsáveis por esta variação, isso porque são os produtos que sofrem diretamente um impacto no custo final.

Os números são preocupantes, mas a expectativa dos especialistas é que esse preço caia nos próximos meses.

 


Após aumento de 32%, Aneel prevê novo reajuste na energia

04/03/2015 18h13

A crise elétrica no Brasil está tomando grandes proporções. Como se já não bastasse o aumento de 32% na conta de energia, ratificado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel - na semana passada, agora o contribuinte deve se preparar para um reajuste de pelo menos 10,2%, que afetará os consumidores de baixa tensão, como residências urbanas e rurais. É o que prevê os cálculos da Superintendência de Gestão Tarifária da agência.

O novo percentual corresponde ao reajuste ordinário, que acontece todos os anos e gera aumentos nas tarifas de todas as distribuidoras do país. Diferente dos 32% da semana passada, um reajuste extraordinário, que resulta de uma decisão do Ministério da Fazenda em não efetuar os repasses às concessionárias, referentes aos pagamentos dos programas sociais (como Luz para Todos e as tarifas especiais para baixa renda), além dos gastos com indenização de concessões e compra de combustíveis para as usinas térmicas. Com isso, o que deveria sair dos cofres do tesouro nacional agora vai sair do bolso da população.

A presidente Dilma anunciou hoje (4), que vai cortar o subsídio de 5 milhões de famílias que participam do programa Luz Para Todos. Atualmente 13,1 milhões de famílias brasileiras se beneficiam do programa que reduz as contas de luz para clientes de baixa renda. Com a atualização dos cadastros, o governo federal espera saber quem realmente tem direito ao benefício, reduzindo os custos do setor elétrico como um todo.

Somando os dois percentuais já anunciados, o aumento final deve ficar em torno dos 40%, sem contar com as bandeiras vermelhas cobradas na fatura. Tem gente por aí que já está pagando 80% mais caro no fim do mês.

Vale lembrar que a energia elétrica é fundamental para vários seguimentos importantes. Por enquanto, o novo percentual afeta apenas as residências, mas se a crise no setor elétrico se agravar, isso deve influenciar no preço final de outros serviços.

 


Fechamento de postos de trabalho gera alerta para possível recessão

03/03/2015 15h21

O mês de janeiro é tradicionalmente um período de baixa nos postos de emprego, principalmente devido ao término do contrato dos chamados "temporários", que são contratados no final do ano para suprir a demanda. Há alguns anos, esses temporários conseguiam continuar trabalhando até meados de março, por causa da alta estação turística, mas já tem uns três anos que isso não acontece.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que em janeiro de 2015 foram gerados 923 postos a menos no setor de comércio, mais que o dobro do número registrado no mesmo período do ano passado, quando foram 442 baixas. Isso pode ser um sinal de alerta para que o governo comece a prevenir uma possível recessão na economia.

O que fica claro para os especialistas é que governo cometeu sucessivos erros. O problema é que quem paga pela má colheita é a população. Agora é a hora do ajuste: a inflação subiu, a crise elétrica se agravou e os gastos têm que ser cortados. Gastos do próprio governo e não dos investimentos do PAC, como foi anunciado na última quinta (26). Os economistas defendem ainda que ao invés de jogar sobre as famílias e as empresas a responsabilidade do racionamento, o governo brasileiro deveria olhar mais para o próprio umbigo.



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