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Destino do antigo aeroporto Augusto Severo é discutido entre Fecomércio RN e Força Aérea na Assembleia Legislativa

23/03/2015 16h19

Desde o fechamento do antigo aeroporto Augusto Severo, em Parnamirim, várias autoridades e instituições vêm discutindo o que deve ser feito com a estrutura física da unidade, que atualmente funciona como Base Aérea de Natal (BANT). Na última sexta-feira (20), durante audiência pública na Assembleia Legislativa do estado, representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN) apresentaram uma proposta de uso do equipamento.

A ideia da Federação é transformar a estrutura de mais de 420 mil metros quadrados, em um complexo com um novo Centro de Convenções para a Grande Natal e um museu aeroespacial. O projeto é fruto de discussões iniciadas há mais de três anos, logo após o anúncio da desativação do aeroporto de Parnamirim, e já foi apresentado ao governador Robinson Faria em reunião realizada no mês de fevereiro.

Membros da Força Aérea também participaram da audiência pública e acataram a proposta da Fecomércio. Em contrapartida, o Brigadeiro da Força Aérea, Hudson Potiguara, apresentou um projeto semelhante ao da entidade, mostrando que os militares também possuem a intenção de construir um centro cultural que iria expor uma parte das relíquias da II Guerra Mundial, promover visitações a edifícios que mantêm algumas características da época e também construir um centro de treinamento especial, com auditórios, salas para reuniões e espaço para exposições, ou seja, o espaço realmente deve ser convertido em um centro que poderá servir também para uso civil.

O Brigadeiro também se dispôs a ter uma conversa com o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, e disse que pretende ter o apoio da Federação para formatar o centro convenções, o que indica que a estrutura vai atender aos apelos dos empresários e fomentar a atividade turística do Rio Grande do Norte.

 


RN começa a colher frutos da redução do QAV, anunciada pelo governo em fevereiro

20/03/2015 17h01

A partir do segundo semestre de 2015, o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, vai despachar também voos diretos para Buenos Aires, na Argentina. A companhia aérea GOL entregou à Agência Nacional de Aviação Civil o pedido para iniciar a operar no trajeto semanalmente. A informação foi divulgada na última quinta-feira (19) pelo governo do estado.

Essa novidade vem atrelada a outra boa notícia: Natal também deve entrar na rota de outros voos internacionais até o fim do ano. A secretaria de turismo está negociando dois voos charters (fretados), que viriam da Suécia e Itália.

O voo para a Argentina foi o primeiro pedido após o Governo do Estado reduzir a alíquota do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) para querosene do avião (QAV). Assim que entrar em vigor, Natal passa a ser o oitavo destino a ter voo direto da companhia para Argentina. Atualmente, clientes da capital potiguar precisam viajar até o aeroporto de Guarulhos (SP) para conseguir fazer uma conexão até Buenos Aires.

A expectativa é que o número de pedidos aumente e que a retomada dos voos charters também se concretize, beneficiando assim o turismo na capital potiguar.

 


Emprego formal volta a cair em fevereiro, aponta Caged

19/03/2015 15h20

Segundo informações do Ministério do Trabalho, o Brasil fechou o mês de fevereiro com 2.415 vagas de emprego formal a menos do que no mesmo período do ano passado. No Rio Grande do Norte a situação não foi diferente, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o mês fechou com saldo negativo de 4.013 vagas.

Este é pior resultado para meses de fevereiro na história do Caged no estado. No Brasil isso não acontecia desde 1999, quando foram fechados 78.030 postos de trabalho. Em 2014, mesmo período, o saldo do RN foi positivo, com 931 vagas de emprego formal no saldo. Somando tudo, é possível perceber que quase cinco mil empregos formais perdidos entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano.

No acumulado do ano o quadro é ainda pior, o saldo do estado é de 5.122 empregos negativos. Isso piora quando se olha para o resultado obtido no primeiro bimestre do ano passado. Em 2014, o saldo era de 1.858 vagas, quase 7.000 empregos formais a menos na comparação do primeiro bimestre deste ano. Segundo dados oficiais, os setores de comércio e construção civil foram os que mais registraram fechamentos de postos de trabalho.

 


Governo federal deve ampliar o “Minha Casa, Minha Vida” em 2015

18/03/2015 17h40

O governo federal sinalizou nesta segunda-feira (16), mudanças na formatação da terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), criado em 2009. O ministro das cidades, Gilberto Kassab, informou que dentro das novidades anunciadas pela presidente Dilma, está a criação de uma nova faixa de renda para o financiamento do imóvel adquirido através do programa.

Essa nova faixa é necessária para ampliar o número de beneficiários do programa. Hoje funciona assim, as famílias que ganham até RS 1.600 por mês se enquadram na Faixa 1, e conseguem adquirir um imóvel pagando apenas R$ 80 por mês. Isso representa 5% da renda dessas pessoas. Quem se enquadra na Faixa 2, que vai R$ 1.600 até R$ 3.275, paga uma prestação de R$ 400, o que compromete 25% da renda mensal. A terceira faixa compreende as famílias que ganham entre R$ 3,275 mil a R$ 5 mi.l A intenção do governo agora é criar uma faixa intermediária entre as duas já existentes, a Faixa 1 FGTS, e com isso cumprir a meta de construir 3 milhões de unidades habitacionais na terceira fase do Minha Casa, Minha Vida.

Se conseguir cumprir com o planejado, até o final da gestão do atual governo o país terá quase 7 milhões de casas entregues pelo MCMV. Para tanto, serão criados grupos de trabalho entre o governo e os empresários da construção civil, que tratarão o programa como prioridade.


Ritmo na regularização de dívidas cai no país, aponta SPC Brasil

17/03/2015 17h22

De acordo com o indicador de recuperação de crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de brasileiros que procuraram os órgãos competentes para quitar as dívidas caiu 2,69% na comparação entre janeiro e fevereiro de 2015. Somando este percentual aos 5,15% registrados de retração no mês passado, o comércio perdeu, em média, 8% de consumidores potenciais por falta de crédito.

Os brasileiros enfrentam dificuldades para quitar dívidas por causa dos problemas enfrentados pela economia. Comparando o índice com o registrado em fevereiro de 2014, o número de pessoas inadimplentes que regularizaram as suas pendências financeiras e tiveram seu nome retirado do SPC registrou queda de 0,75%.

A situação atual é de inflação elevada, juros altos e aperto fiscal, refletindo sobre o emprego e a renda da população. A renda média da família inadimplente está comprometida com o pagamento das despesas cobradas no início do ano, sobrando pouco para a regularização das dívidas adquiridas pelas linhas de crédito. Se o cenário econômico não melhorar, muitos brasileiros vão reduzir o número de compras, prejudicando mais ainda o setor empresarial.

 



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