SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 65,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

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Brasileiros comprometem cerca de 35% da renda mensal na compra de produtos de luxo

16/04/2015 16h49

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que os brasileiros gastam cerca de R$ 18 mil por ano com produtos de luxo. Isso representa uma média de 35% da renda mensal dos consumidores. A pesquisa revela que não existe mais um conceito único sobre o que é luxo, e sim novas concepções: o luxo que é possível e acessível para as pessoas.

A classe C lidera o ranking com 68%, comprometendo 44% do orçamento mensal com esses produtos, o que representa R$12 mil ao ano. Já as classes A e B comprometem apenas 19% do que ganham. No caso da classe A, essa porcentagem equivale a R$ 40 mil por ano, e a classe B consome 36% da renda mensal e R$ 29 mil nesses gastos por ano. . De acordo com a pesquisa, 89% dos entrevistados já consumiram artigos que consideram de luxo pelo menos uma vez, o que equivale a 58 milhões de brasileiros em números absolutos.

Ao contrário do que se imagina, quando o estudo fala em "luxo" não está se referindo a carros, bolsas de grife ou produtos importados, mas sim a um desejo possível, onde o brasileiro consegue comprar o que deseja sem fazer dívidas ou cortar outros itens importantes do orçamento. Ter acesso a coisas simples, como cosméticos, perfumes e roupas de marcas famosas, sair para comer em um restaurante refinado pelo menos uma vez por mês, ou saciar o desejo de um filho por um brinquedo da moda, foram conquistas importantes da classe média ao longo dos últimos anos.

Analisando agora os objetos mais desejados pelas classe A e B, é possível observar que para eles o luxo tem mais a ver com a experiência proporcionada ao invés da compra apenas, como viajar sempre que quiser e passar o tempo ao lado de pessoas queridas.

 


Número de consumidores inadimplentes registra alta em março

14/04/2015 15h39

A inadimplência, que vinha dando uma trégua, ou pelo menos crescendo em um ritmo menor do que em 2014, voltou a subir. De acordo com o banco de dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de consumidores com contas atrasadas no mês de março aumentou 3,76% em relação ao mesmo período do ano passado.

As coisas iam caminhando bem até o mês de fevereiro, quando foi registrado um aumento de 2,33% no número de inadimplentes, bem abaixo dos mais de 3% registrados em 2014. O mesmo foi verificado com a quantidade de dívidas não pagas, a elevação em março foi de 3,46%, acima dos 1,81% registrados em fevereiro e semelhante ao crescimento de 3,50% em março do ano passado.

Esse percentual de 3,76% interrompe uma boa sequência na diminuição do aumento da inadimplência no Brasil. Ainda segundo os dados, 54,7 milhões de consumidores estão com o CPF negativado. Isso representa 37,5% da chamada população economicamente ativa, entre 18 e 95 anos, ou seja, de cada dez brasileiros, quase quatro estão com as contas atrasadas.

 


Crise econômica no país ameaça conquistas da classe C

13/04/2015 17h44

O jornal Estado de São Paulo publicou uma reportagem no último sábado (11), fazendo um alerta importante sobre o poder de compra da classe média brasileira. Num cenário onde a inflação oficial do país ultrapassa 8% do acumulado em 12 meses, e a taxa de desemprego já está em 7,4%, não é difícil esperar que esta parcela da sociedade coloque o pé no freio e elimine gastos não planejados.

Segundo a Pnad Contínua, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que detalha o mercado de trabalho em 3,5 mil municípios, há um milhão a mais de desempregados no Brasil. Quando se coloca na balança a alta da inflação mais o déficit no número de postos de trabalho, as principais conquistas da classe média ficam em risco. O poder de compra das pessoas está diminuindo bruscamente.

Os gastos com manutenção da casa consomem a maior parcela do rendimento mensal dos brasileiros. Segundo a economista Luciana Aguiar, ouvida pela reportagem, contas de casa, com aluguel e supermercado, consomem cerca de 40% do orçamento, sem incluir luz e água, que também aumentaram. Aí o jeito é modificar os hábitos de consumo que a classe C adquiriu no período de ascensão. Ainda segundo ela, com o desemprego as pessoas param de fazer planos e voltam a administrar a sobrevivência no dia a dia, esquecendo o futuro.

 


Robinson Faria comemora 100 dias de gestão e apresenta balanço com principais ações do governo na próxima segunda (13)

10/04/2015 18h25

O governador Robinson Faria completou hoje 100 dias à frente do Executivo Estadual, e deve apresentar um balanço completo mostrando as principais ações do governo no período, durante um almoço realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN), na próxima segunda-feira (13).

Apesar de ainda enfrentar algumas dificuldades, a atual gestão vem desenvolvendo um papel importante para o desenvolvimento da economia potiguar. Duas medidas que merecem destaque são a prorrogação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo ao Gás Natural (Progás), anunciada na última quinta-feira (9), e a redução do ICMS sobre o querosene de aviação, que vem rendendo bons frutos para o setor turístico do Estado.

Além dos voos com destino à Natal, já anunciados no mês de março, hoje o secretário de turismo estadual, Ruy Gaspar, anunciou que a TAM Linhas Aéreas está negociando um voo semanal Natal-Fortaleza em horário que possibilita a conexão imediata de Fortaleza para Miami. Hoje essa conexão só é possível em estados mais distantes.

Mesmo apresentando resultados positivos é preciso providenciar recursos públicos e buscar parcerias em Brasília para garantir mais investimentos no RN. O Estado precisa criar mecanismos para fazer a máquina econômica girar. Organizar as finanças para honrar com os compromissos trabalhistas é outro ponto importante para manter a economia nos trilhos. Gastar os recursos do Fundo Previdenciário com o pagamento da folha pode prejudicar o futuro do estado.

 


Inflação oficial de março acumula alta de 8,13%

09/04/2015 18h31

Dados divulgados na última quarta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 1,32% em março, depois de um aumento de 1,22% em fevereiro. O índice bateu o recorde de 2003, quando atingiu 1,57%. Esta é taxa mais elevada desde 1995, considerando apenas o mês de março.

Esses 8,13% correspondem ao acumulado dos últimos 12 meses, onde 54% desse índice é resultado dos gastos com energia elétrica. O aumento médio do consumo variou cerca de 60,42% no período. Segundo o IBGE, com a revisão tarifária aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), houve aumentos extras, que acabaram impactando na inflação do mês. Na sequência, estão as despesas com alimentação e bebidas, cujos preços subiram 1,17%, depois de avançar 0,81% no mês anterior.

Outro ponto que chama atenção é que no primeiro trimestre de 2015, a inflação acumulada já chega a 3,83%, isso representa mais da metade do teto da meta do governo, que é de 6,5%. É com esse teto que o governo trabalha para definir taxa de juros, política econômica, ajustes na tabela do imposto de renda, reajuste de tarifas públicas, inclusive a de energia, para o ano inteiro. Especialistas projetam uma inflação acima dos 13% para fechar 2015, o dobro do que estima o governo federal.

 


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