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Tentativa de manter dólar baixo já custou R$ 86 bilhões aos cofres públicos

24/08/2015 17h52

O governo federal vem travando uma batalha para conter o aumento do dólar desde 2013, quando a cotação ainda batia uma média de R$ 2,44. Na época, o Banco Central anunciou o maior programa brasileiro de intervenções no câmbio, que acabou não dando o resultado esperado. Apesar dos investimentos, a moeda americana continua em alta, agora na casa dos R$ 3,55, contabilizando três anos depois, um prejuízo de R$ 86 bilhões aos cofres públicos. O mesmo valor equivale a três anos de pagamentos do Bolsa Família, principal programa social do governo petista.

Existem várias razões para o descontrole do câmbio, mas basicamente o dólar sobe quando há fuga de capitais, ou seja, quando os investidores deixam de considerar um mercado interessante. Na hora que esse dinheiro sai do país, há uma diminuição na oferta de dólar, e com isso o valor da cotação aumenta.

Alguns especialistas questionam a aplicação do dinheiro investido pelo Banco Central nas intervenções cambiais. Para eles, esse dinheiro seria mais aproveitado se o Brasil investisse esse em medidas que tornassem o mercado atrativo novamente. Apesar do apelo da sociedade econômica, o BC continuou a elevar a oferta de contratos até o fim do programa de intervenções, em março de 2015, quando esse volume chegou a US$ 115 bilhões. Depois, começou a reduzir o estoque, mas interrompeu essa política no mês passado, quando o dólar bateu R$ 3,50.

Mas tornar o mercado brasileiro atrativo novamente? Dotando o país de infraestrutura, segurança jurídica e organização política. Com a falta de estabilidade, o Brasil deixa de ter investimentos que gerariam emprego e renda, além de aumentar as taxas de juros, e essas medidas causam efeitos extremamente nocivos para toda economia.

 


Majestade, o consumidor!

30/07/2015 10h03

Com foco na majestade, o cosumidor, a Imobiliária Caio Fernandes lança a terceira fase da campanha "É hora de comprar, vem pra cá". Agora, as construtoras Constel, Aldann e Coengen passam a receber veículos seminovos e imóveis de menor valor nas negociações dos seus empreendimentos. Trata-se de uma ação inédita no mercado imobiliária potiguar.


Após três quedas consecutivas, índice de confiança do comércio volta a registrar alta

09/07/2015 17h14

Que a economia do Brasil anda mal das pernas, todo mundo sabe. Os números oficiais do IBGE que medem a inflação foram divulgados nesta quarta-feira (8), e registraram assustadores 6,3% para o primeiro semestre, taxa mais alta dos últimos 11 anos. Apesar do susto, outro levantamento divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acendeu uma pequena luz no fim do túnel. Os empresários estão mais confiantes do que nos últimos três meses.

O índice de Expectativa e Confiança do Comércio (Icec) é divulgado mensalmente pela CNC e conta com a apuração, junto aos empresários, de alguns detalhes que envolvam a melhoria do cenário econômico, levando em consideração políticas públicas de incentivo a investimentos no setor, além de saber os planos do empresariado para ampliar os negócios.

Esse índice vinha registrando quedas consecutivas, mas agora houve um aumento tímido de 0,6%, que apesar de pequeno é bastante significativo para o setor. Isso mostra que a classe empresarial do Brasil acredita que a economia pode melhorar, e mais, aponta também que mas de 1,6% deles pretendem investir em suas empresas. Segundo especialistas, esse fato indica que o empresário está começando a entender que agora é momento para aproveitar as oportunidades, otimizar as empresas, investir nos colaboradores e se preparar para a retomada da economia do país.

 


Banda Larga

06/07/2015 14h48

O empresário Erich Rodrigues, presidente da Abrint - Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), viaja a Brasília na próxima terça-feira (07), onde participa, pela manhã, de uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, sobre a universalização da banda larga. À tarde Erich se reúne com o secretário de Telecomunicações Maximiliano Martignon para discutir sobre o Plano Nacional de Banda Larga. Em seguida, conversa com o presidente da Telebras Jorge Bittar, sobre possibilidades de parcerias com a Abrint, entre elas, apoio para a realização, junto ao Sebrae, de qualificação para os servidores de internet representados pela Abrint.


Técnicos da Latam chegam à Natal para avaliar proposta do Hub

02/07/2015 16h55

Forças políticas do Rio Grande do Norte passaram os últimos dias se preparando para receber mais uma visita dos técnicos da Latam, responsáveis por avaliar os aeroportos que receberão o primeiro Hub da companhia na região Nordeste. Os técnicos chegaram em Natal na manhã desta quinta-feira (2), e passaram o dia reunidos com lideranças das prefeituras de Natal e São Gonçalo do Amarante, além do governador Robinson Faria. Na ocasião, o Executivo entregou um pacote de incentivos para que o estado seja escolhido como sede.

O principal argumento apresentado pelo governo para ganhar da concorrência é justamente a retomada das obras dos acessos ao Aeroporto Internacional Governador Aluísio Alves, um dos únicos pontos negativos que poderiam colocar Natal fora da disputa. O governador Robinson Faria visitou nesta quarta-feira (1) as obras do acesso norte, e prometeu que o retomaria também as obras do acesso sul.

O pacote oferecido pelo Governo do Estado, com proposta de redução de tributos para compra de aeronaves, peças e serviços de catering, além da oferta de incentivos fiscais da prefeitura de São Gonçalo do Amarante, e da já vigente redução do ICMS do querosene da aviação (QAV), também foram apresentados no encontro. Outro ponto positivo é que o equipamento potiguar tem a maior capacidade de expansão, chegando a 50 mil m² de área de carga, dez vezes mais do que o Aeroporto Augusto Severo e bem maior do que a dos concorrentes. A área do entorno também é super favorável para abrigar hoteis e galpões.

A novidade da implantação do Centro de Distribuição dos Correios no equipamento também é favorável para a escolha do RN, já que demanda uma maior quantidade de vôos. A previsão é que o Centro gere uma média de 100 empregos diretos e movimentar mais de 40 mil encomendas no fluxo diário.do terminal dos correios também demanda voos.

 


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