SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 45,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

Tudo sobre economia, finanças, negócios e investimentos

Natal vive expectativa de sediar o novo Hub da TAM

03/06/2015 18h07

Desde o início do ano, o Aeroporto Internacional Aluísio Alves, em São Gonçalo do Amarante, vem ganhando destaque nos noticiários potiguares com o anúncio de novos voos e também da possibilidade de sediar o primeiro Hub da Latam, maior empresa de linhas aéreas da América Latina, na região nordeste do Brasil. O outro centro de cargas e passageiros da empresa fica no aeroporto de Brasília, administrado pela Inframerica, mesma empresa que gerencia o aeroporto de Natal.

Além da capital potiguar, estão na disputa Fortaleza e Recife. O assunto não é novidade, já foi divulgado pelo Portal Mercado Aberto, mas nos últimos quinze dias dois fatos fizeram com que o burburinho envolvendo a escolha da TAM pela cidade aumentasse. Primero foi a saída de um voo da Lufthansa, maior empresa aérea em cargas do mundo, que partiu discretamente com o primeiro voo carregado de fruitas para o mercado europeu. Já no final da semana passada, a presidente da TAM, Cláudia Sender, esteve no Aeroporto Aluísio Alves, passou cerca de duas horas conhecendo todos os detalhes técnicos e depois voltou para são Paulo. Os outros equipamentos que estão concorrendo a vaga receberam apenas a visita de técnicos da companhia.

Nos próximos dias Natal deve receber a visita técnica de um consultor que está trabalhando na formatação do novo Hub, mais um bom indício comemorado pelos gerentes da Inframerica local. Segundo a TAM, o resultado oficial deve sair até o fim do ano. O Governo do RN segue negociando com a companhia aérea.

 


Cresce inadimplência no Minha Casa, Minha Vida

02/06/2015 18h07

Números do Ministério das Cidades, divulgados nesta segunda-feira (1), mostram que o número de inadimplentes entre os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida cresceu, se compararmos com o mesmo período do ano passado. Esses dados atingiram em março 21,8% dos financiamentos concedidos na faixa 1 do programa, destinada às famílias com renda mensal de até R$ 1.600, ou seja, de quatro beneficiados, um está inadimplente. Em abril de 2014, eram 17,5%.

Um dos fatores que mais prejudicaram as famílias desse grupo foi a queda na renda do trabalhador brasileiro e o aumento do desemprego. O detalhe é que as prestações do programa para esta faixa de renda variam de R$ 25 até R$ 80 por mês, o que corresponde apenas a cerca de 5% do valor do imóvel que vão receber. Um valor relativamente pequeno para uma faixa de renda muito baixa.

Isso quer dizer que são realmente as classes C, D e E que estão enfrentando as maiores dificuldades, ao contrário dos anos anteriores, onde foram os grandes motores da economia. O aumento de energia elétrica, taxas de juros gritantes e a ameaça da inflação são fatores que pesam muito mais no orçamento de uma família que ganha menos do que para um grupo com uma renda maior.

O aumento dos atrasos entre esses mutuários também levou a Caixa a suspender, em fevereiro, o programa Minha Casa Melhor. Tratava-se de uma linha para compra de móveis e eletrodomésticos com prestações de pouco mais de R$ 100. Mais um programa que tinha um impacto muito importante na nossa economia e que foi prejudicado pelo momento difícil que o país enfrenta na economia.

 


Taxa de juros bate recorde e crédito ao consumo volta a encolher

28/05/2015 18h15

Como era de se esperar, os números divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Banco Central mostraram que o cenário econômico do Brasil está sob alerta. O volume de crédito disponível no mercado caiu 3,4% e a taxa de juros atingiu um novo recorde em abril, chegando a uma média de 56,1% ao ano.

O brasileiro precisa ficar atento principalmente aos números do cheque especial, que subiram para 226% ao ano, maior percentual registrado desde 1995, um perigo para quem costuma usar esse serviço bancário. Os especialistas apontam que o dado de abril é reflexo do aumento da taxa Selic, atualmente em 13,25% ao ano, contudo observam também que o arrefecimento do crédito continua crescendo, mas em ritmo menor.

A boa notícia é que a inadimplência nas operações ao consumo caiu 0,5% na comparação com março deste ano, e passou de 5,3% para 5,2%, quando comparados ao mesmo período de 2014. O mercado de crédito consegue absorver taxas de inadimplência de até 9%, o que ainda deixa a economia brasileira numa posição relativamente confortável. Cabe agora ao governo trabalhar para reduzir essas taxas insanas de juros.

 


Inadimplência do consumidor sobe quase 15% este ano

20/05/2015 17h49

Um estudo divulgado nesta terça-feira (19) pela Serasa Experian aponta que o número de inadimplentes no Brasil cresceu 14,9%, se compararmos com o mesmo quadrimestre de 2014. O aumento do desemprego, a inflação mais alta e a elevação dos juros são apontados como motivos para o aumento do atraso nos pagamentos.

O que mais preocupa os especialistas é o aumento no endividamento em serviços não bancários, ou seja, o brasileiro está deixando de honrar compromissos básicos, como o pagamento das faturas dos cartões de crédito, telefonia e energia elétrica. Essa tendência foge completamente das características do que os especialistas chamam de "endividamento saudável" e se torna um fator de risco para as finanças do consumidor.

O valor médio das dívidas não bancárias subiu 29,7% no acumulado dos quatro primeiros meses de 2015 sobre o mesmo período do ano anterior, para R$ 413,44. Já o valor médio dos cheques sem fundos aumentou 10,0% no mesmo período, para R$ 1.828,17, em média. O valor médio das dívidas com os bancos registrou ligeira alta, de 0,1%, para R$ 1.247,12. Os títulos protestados foram os únicos a registrarem queda nos valores médios, com retração de 3,4%, para R$ 1.372,90, segundo a Serasa Experian.

 


IBGE apura alta de 7,1% nas vendas de março no RN

15/05/2015 18h50

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta (14) os números das vendas do mercado varejista ampliado para o mês de março, fechando assim o primeiro trimestre do ano com uma retração de 0,7%. As maiores baixas foram registradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

Em contrapartida, a região nordeste se sobressaiu e conseguiu manter bons índices, sendo o Rio Grande do Norte o quinto estado com melhor resultado. Foram 7,1% registrados nas vendas, que além do comércio tradicional, inclui os seguimentos de materiais de construção e automóveis. Segundo o levantamento, esse percentual foi primordial para reverter o quadro de retração que vinha no acumulado do ano.

Os setores que mais se destacaram negativamente foram os supermercados e lojas de móveis e eletrodomésticos, com queda de 2,4% e 6,8%, respectivamente. O diferencial do que eles chamam de outros artigos de uso pessoal e doméstico, como apartamentos, lojas de brinquedos e joalherias, com alta de 17,4%, além dos artigos farmacêuticos e perfumaria, que registraram alta de 10,2% em março.

O RN conseguiu esse resultado porque a base de comparação com 2014 era muito baixa. No ano passado tivemos uma queda de 5,2% nas vendas na comparação com o mesmo período de 2013. O segundo motivo foi o chamado "efeito calendário", já que em 2014 o carnaval foi realizado em março, e este ano em fevereiro, ou seja, tivemos mais dias úteis para o comércio trabalhar.

 


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