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Nova alta de juros nos financiamentos imobiliários preocupa setor da construção civil

17/04/2015 18h08

Os investidores do setor imobiliário agora têm mais um motivo para se preocupar. A Caixa Econômica Federal voltou a elevar os juros de financiamentos contratados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) para aplicação em habitação. A medida foi divulgada nesta quinta-feira (16) pelo órgão, que responde por 70% dos financiamentos imobiliários do país.

A crise na construção civil ganhou forma em 2014 e trouxe vários prejuízos para o setor, incluindo a eliminação de vários postos de trabalho. Este é o segundo aumento aplicado pela Caixa em 2015, passando de 9,15% para 9,45% ao ano, que equivale a R$ 500 mil, isso para quem não possui relacionamento com o banco. Em janeiro, a Caixa anunciou o aumento das taxas do crédito habitacional também em função das elevações na Selic. Para os correntistas que recebem o salário pelo banco, servidores que também são correntistas e servidores que recebem salário pela Caixa, esse aumento foi de 8,7% para 9%.

A repercussão da elevação dos juros será negativa porque a instituição tem o poder balizador no mercado financeiro, ou seja, os outros bancos deverão seguir a mesma tendência, e subir as suas taxas também. Lembrando que o financiamento imobiliário é um dos recursos mais baratos, tendo em vista que faz parte da política de qualquer governo estimular a aquisição da casa própria, fator que influencia diretamente na geração de emprego e renda em qualquer país.

 


Brasileiros comprometem cerca de 35% da renda mensal na compra de produtos de luxo

16/04/2015 16h49

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que os brasileiros gastam cerca de R$ 18 mil por ano com produtos de luxo. Isso representa uma média de 35% da renda mensal dos consumidores. A pesquisa revela que não existe mais um conceito único sobre o que é luxo, e sim novas concepções: o luxo que é possível e acessível para as pessoas.

A classe C lidera o ranking com 68%, comprometendo 44% do orçamento mensal com esses produtos, o que representa R$12 mil ao ano. Já as classes A e B comprometem apenas 19% do que ganham. No caso da classe A, essa porcentagem equivale a R$ 40 mil por ano, e a classe B consome 36% da renda mensal e R$ 29 mil nesses gastos por ano. . De acordo com a pesquisa, 89% dos entrevistados já consumiram artigos que consideram de luxo pelo menos uma vez, o que equivale a 58 milhões de brasileiros em números absolutos.

Ao contrário do que se imagina, quando o estudo fala em "luxo" não está se referindo a carros, bolsas de grife ou produtos importados, mas sim a um desejo possível, onde o brasileiro consegue comprar o que deseja sem fazer dívidas ou cortar outros itens importantes do orçamento. Ter acesso a coisas simples, como cosméticos, perfumes e roupas de marcas famosas, sair para comer em um restaurante refinado pelo menos uma vez por mês, ou saciar o desejo de um filho por um brinquedo da moda, foram conquistas importantes da classe média ao longo dos últimos anos.

Analisando agora os objetos mais desejados pelas classe A e B, é possível observar que para eles o luxo tem mais a ver com a experiência proporcionada ao invés da compra apenas, como viajar sempre que quiser e passar o tempo ao lado de pessoas queridas.

 


Número de consumidores inadimplentes registra alta em março

14/04/2015 15h39

A inadimplência, que vinha dando uma trégua, ou pelo menos crescendo em um ritmo menor do que em 2014, voltou a subir. De acordo com o banco de dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de consumidores com contas atrasadas no mês de março aumentou 3,76% em relação ao mesmo período do ano passado.

As coisas iam caminhando bem até o mês de fevereiro, quando foi registrado um aumento de 2,33% no número de inadimplentes, bem abaixo dos mais de 3% registrados em 2014. O mesmo foi verificado com a quantidade de dívidas não pagas, a elevação em março foi de 3,46%, acima dos 1,81% registrados em fevereiro e semelhante ao crescimento de 3,50% em março do ano passado.

Esse percentual de 3,76% interrompe uma boa sequência na diminuição do aumento da inadimplência no Brasil. Ainda segundo os dados, 54,7 milhões de consumidores estão com o CPF negativado. Isso representa 37,5% da chamada população economicamente ativa, entre 18 e 95 anos, ou seja, de cada dez brasileiros, quase quatro estão com as contas atrasadas.

 


Crise econômica no país ameaça conquistas da classe C

13/04/2015 17h44

O jornal Estado de São Paulo publicou uma reportagem no último sábado (11), fazendo um alerta importante sobre o poder de compra da classe média brasileira. Num cenário onde a inflação oficial do país ultrapassa 8% do acumulado em 12 meses, e a taxa de desemprego já está em 7,4%, não é difícil esperar que esta parcela da sociedade coloque o pé no freio e elimine gastos não planejados.

Segundo a Pnad Contínua, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que detalha o mercado de trabalho em 3,5 mil municípios, há um milhão a mais de desempregados no Brasil. Quando se coloca na balança a alta da inflação mais o déficit no número de postos de trabalho, as principais conquistas da classe média ficam em risco. O poder de compra das pessoas está diminuindo bruscamente.

Os gastos com manutenção da casa consomem a maior parcela do rendimento mensal dos brasileiros. Segundo a economista Luciana Aguiar, ouvida pela reportagem, contas de casa, com aluguel e supermercado, consomem cerca de 40% do orçamento, sem incluir luz e água, que também aumentaram. Aí o jeito é modificar os hábitos de consumo que a classe C adquiriu no período de ascensão. Ainda segundo ela, com o desemprego as pessoas param de fazer planos e voltam a administrar a sobrevivência no dia a dia, esquecendo o futuro.

 


Robinson Faria comemora 100 dias de gestão e apresenta balanço com principais ações do governo na próxima segunda (13)

10/04/2015 18h25

O governador Robinson Faria completou hoje 100 dias à frente do Executivo Estadual, e deve apresentar um balanço completo mostrando as principais ações do governo no período, durante um almoço realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN), na próxima segunda-feira (13).

Apesar de ainda enfrentar algumas dificuldades, a atual gestão vem desenvolvendo um papel importante para o desenvolvimento da economia potiguar. Duas medidas que merecem destaque são a prorrogação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo Incentivo ao Gás Natural (Progás), anunciada na última quinta-feira (9), e a redução do ICMS sobre o querosene de aviação, que vem rendendo bons frutos para o setor turístico do Estado.

Além dos voos com destino à Natal, já anunciados no mês de março, hoje o secretário de turismo estadual, Ruy Gaspar, anunciou que a TAM Linhas Aéreas está negociando um voo semanal Natal-Fortaleza em horário que possibilita a conexão imediata de Fortaleza para Miami. Hoje essa conexão só é possível em estados mais distantes.

Mesmo apresentando resultados positivos é preciso providenciar recursos públicos e buscar parcerias em Brasília para garantir mais investimentos no RN. O Estado precisa criar mecanismos para fazer a máquina econômica girar. Organizar as finanças para honrar com os compromissos trabalhistas é outro ponto importante para manter a economia nos trilhos. Gastar os recursos do Fundo Previdenciário com o pagamento da folha pode prejudicar o futuro do estado.

 


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