Vale e Pacific Hydro investirão R$ 650 milhões na construção de parques eólicos no RNCom licença ambiental de instalação já liberada, os parques estão previstos para iniciar operação em 2014. |
notícias relacionadas
- Programação do Parque das Dunas nesse fim de semana
- Comitiva alemã conhece o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte
- Parque Aluízio Alves passa por revitalização
- Programa leva melhorias a cerâmicas do Vale do Açu
- Parque das Dunas é eleito 4° melhor parque do Brasil
- Grupo de energia solar instalará fábrica no RN
- Governadora destaca em seu programa de rádio o avanço do RN com a chegada de novas indústrias
- Programa da Vale promove aula inaugural nesta sexta
- Seminário será realizado em Natal para discutir energia eólica
- Sebrae RN inicia capacitação de pequenas empresas para atuar no setor eólico
O Rio Grande do Norte receberá mais dois parques eólicos operados pela Vale em parceria com elétrica australiana Pacific Hydro. O investimento para construção dos parques será de R$ 650 milhões para uma capacidade instalada total de aproximadamente 140 megawatts (MW).
O acordo entre as duas empresas será assinado nesta sexta-feira (22), no Rio de Janeiro, e reunirá o presidente da Vale, Murilo Ferreira; o principal executivo da Pacific Hydro, Rob Grant; o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão e a primeira ministra da Austrália, Julia Gillard.
Com licença ambiental de instalação já liberada, os parques estão previstos para iniciar operação em 2014. O objetivo do empreendimento é que a energia produzida seja consumida integralmente pela Vale durante 20 anos.
Em declaração ao jornal Valor Econômico o diretor de Energia da Vale, Ricardo Mendes, afirmou que os parques eólicos no Rio Grande do Norte e a participação de 9% na hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, contribuirão para a mineradora aumentar, de 45% para 50%, seu índice de autossuficiência energética. A parceria reduzirá os custos da empresa com o insumo energético para aumentar sua competitividade no mercado global. "Como estamos vendo atualmente, a energia eólica se tornou competitiva. Especialmente fazendo o investimento e tendo o ativo, temos um custo competitivo", explicou Mendes ao jornal.
O modelo de comercialização de energia, que combina mercado livre e autoprodução, para parques eólicos é inédito no Brasil e dá maior flexibilidade em relação aos leilões negociados pelo Governo Federal, pois o fornecimento de energia ocorre onde o cliente precisa.
Fonte: AssecomRN

