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30/03/2012 09h41 - Atualizado em 30/03/2012 10h35

Índice de Confiança da Indústria aumenta 0,5% em março

Contudo, foi registrada queda no nível de demanda.

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Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice de Confiança passou de 102,5 pontos em fevereiro para 103 pontos em março. Essa é a quarta alta consecutiva do indicador, que mostra a avaliação de empresários da indústria em relação ao setor. O maior aumento foi registrado pelo Índice de Expectativas, que mostra as perspectivas para os próximos meses e que apresentou elevação de 1%, chegando a 102,3 pontos. Segundo a FGV, os empresários estão mais otimistas em relação ao emprego do que quanto à produção e ao ambiente dos negócios.

Das 1.214 empresas consultadas, 21,9% pretendem ampliar o contingente de mão de obra nos próximos três meses e apenas 8,8% preveem diminuí-lo. Já o Índice da Situação Atual aumentou apenas 0,2% e chegou a 103,8 pontos. De acordo com a FGV, o item que mais contribuiu para o resultado foi a situação atual dos negócios. Por outro lado, foi registrada uma queda no nível da demanda.

Atividade industrial potiguar em queda

O cenário pouco favorável à indústria em decorrência da perda de competitividade dos produtos nacionais frente aos importados, diga-se real sobrevalorizado e processo de desindustrialização, não tem deixado imune o setor produtivo potiguar. A Sondagem das Indústrias Extrativas e de Transformação mostra que, para a maioria dos empresários, a indústria do Rio Grande do Norte continuava em retração em fevereiro.

Os níveis de atividade e do emprego permaneceram em queda pelo segundo mês consecutivo. Aliás, nos últimos doze meses, o nível de produção registrou crescimento apenas por duas vezes (agosto e novembro) e o emprego quatro vezes (maio, agosto, setembro e dezembro), e mesmo assim, em proporções modestas.

Dado o menor dinamismo da atividade industrial, o nível médio de utilização da capacidade instalada (UCI) atingiu 72%, abaixo dos 73% do mês anterior e de fevereiro de 2011. A UCI também foi considerada abaixo do padrão usual para meses de fevereiro, pela maioria dos empresários.

No que tange ao nível dos estoques de produtos finais, permanece a avaliação de janeiro, ou seja, a situação foi considerada negativa pelos dois portes de empresa consultados, e não condizente com o planejado.

No mês de março, as expectativas dos empresários para os próximos seis meses mostram-se menos otimistas do que no levantamento anterior. No entanto, a maioria dos consultados ainda espera uma evolução positiva da demanda e, para tanto, pretende aumentar as compras de insumos e contratar novos empregados.

No que tange à quantidade exportada de seus produtos, os empresários potiguares continuam pessimistas.

Os empresários nacionais também apontaram recuo no nível da atividade industrial em fevereiro, de acordo com a CNI, embora se apresentem mais otimistas do que os norte-rio-grandenses em relação aos próximos seis meses.

 

Fonte: Agência Brasil


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