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16/02/2012 19h05 - Atualizado em 16/02/2012 19h16

Ministério da Agricultura divulga calendário de auditorias sobre a aftosa e dá ultimato para RN

Rio Grande do Norte e Paraíba podem ter a classificação de risco rebaixada

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) chamou atenção novamente para a situação do Rio Grande do Norte e Paraíba quanto a inspeção animal no combate à febre afotosa.

Caso os dois Estados não cumpram as determinações do ministério - que dizem respeito a estrutura de seus órgãos de inspeção animal - podem ter a nota de classificação de risco reduzida. “Os Estados do Rio Grande do Norte e a Paraíba apresentaram deficiências relevantes e correm o risco de ter a sua classificação rebaixada de risco médio para alto risco, caso não atendam às recomendações”.

Caso o rebaixamento se confirme, RN e Paraíba terão restrições comerciais com as unidades federativas que iniciarem o processo para mudança de status. Entre elas está a proibição de comercialização de animais vivos, de produtos e subprodutos e de material de multiplicação genética.

Calendário de auditorias

Quatro equipes formadas por fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciaram as auditorias e a avaliação do atendimento aos itens necessários para dar continuidade à ampliação da zona livre de febre aftosa com vacinação no Maranhão, Piauí, em Pernambuco e na parte centro-norte do Pará. Os trabalhos começaram nessa segunda-feira, 13 de fevereiro, e terminam amanhã (17).

Nesta primeira fase, os técnicos do Departamento de Saúde Animal (DSA) vão examinar o cumprimento das inconformidades apontadas na última auditoria, realizada em julho de 2011. Também será analisado o sistema de proteção em regiões de fronteira do Pará, Piauí e de Pernambuco. Os estados de Ceará e Alagoas serão auditados na sequência, durante a primeira semana de março.

Diante de resultados favoráveis das auditorias, nos meses de março e abril iniciará o inquérito soroepidemiológico para verificação da ausência de circulação viral nos Estados. O cronograma completo prevê atividades até outubro, quando será finalizado o processo. Se todas as exigências forem cumpridas, haverá o reconhecimento nacional da nova zona livre de febre aftosa com vacinação. Após a declaração do Ministério da Agricultura, o próximo passo será a comunicação à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês). 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)


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