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03/08/2011 16h01 - Atualizado em 03/08/2011 16h07

Lojistas defendem Plano mas querem conter entrada de moedas estrangeiras

Previsão dos lojistas é de um impacto externo maior em consequência da situação da economia americana.

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O comércio avaliou como positiva a nova política industrial, que criou estímulos para recuperação da atividade. Os lojistas, no entanto, consideram que o ideal seria uma a instituição de "uma política de Estado e, não, formas provisórias para segurar a situação de forma momentânea". A declaração, feita hoje (3) pelo presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, refere-se às isenções tributárias instituídas pelo Plano Brasil Maior, que têm validade apenas até 2012.

Pellizzaro diz que uma política de Estado para melhorar a competitividade da indústria poderia reduzir o custo Brasil, o que poderá não ocorrer a partir do Plano Brasil Maior “pois não se sabe se as medidas tomadas vão perdurar depois de 2013".

A previsão dos lojistas é que "o Brasil vai sofrer um impacto externo maior por causa da situação da economia americana e da europeia". Pellizzaro acredita que a tendência, a partir de agora, é "aumentar a entrada de moeda especulativa no país, porque o capital vai começar a fugir com mais força dos ambientes que estão em crise".

Por isso, para os lojistas, o Banco Central deveria estabilizar a taxa básica de juros anual (Selic), o instrumento que remunera esse capital. "O capital só é bem-vindo quando for aplicado em investimentos duradouros", disse o presidente da CNDL. Ele considera necessário aumentar a tributação sobre o capital que sai daqui para o exterior.

Fonte: Agência Brasil


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