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FMI prevê queda de 3,5% no PIB brasileiro em 2016

20/01/2016 14h56

O Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou ainda mais as perspectivas de um 2016 melhor para a economia, projetando em 3,5% a queda do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Para fazer uma breve comparação, o ano de 2015 começou com expectativa de queda de 1,5% e fechou o ano com 3,8% de retração, segundo atualização do relatório "Perspectiva Econômica Global" divulgada nesta terça-feira (19).

É certo dizer que já andávamos pessimistas com 2016, pensando em queda de 1,5% a 2% em nosso PIB, mas o FMI vem mostrar que nossa situação é ainda mais frágil, com previsão de queda de 3,5% e recuperação prevista apenas para 2017, com sorte. E isso é péssimo para a economia brasileira, que continua cheia de incertezas sobre o futuro.

Lembrando que isso é apenas uma projeção, e a tendência é que o prejuízo em números reais seja ainda maior a exemplo do que aconteceu no ano passado, ou seja, é bem provável que a economia brasileira tenha uma retração acima desses 3,5% já previstos.

E dizer que o PIB caiu quer dizer que toda a economia do nosso país foi afetada, e não só os grandes empresários. Com a queda do Produto Interno Bruto, toda a economia é refreada, não há investimentos, não há crescimento, não há geração de emprego e renda, aumenta-se o índice de desemprego, diminui-se o poder de compra do trabalhador, cresce a inadimplência, um péssimo sinal para a economia e para nós trabalhadores.

Porém ainda há esperanças. Mesmo que em curto prazo, existe uma notícia boa. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini emitiu uma nota comentando sobre o caso e falou que todas as projeções seriam consideradas na reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), que se reúne nesta quarta-feira (20) para definir a nova taxa básica de juros, que hoje está em 14,25% ao ano. A taxa básica de juros, também conhecida como Taxa Selic é a responsável por nortear todos os juros que pagamos no dia a dia, desde o financiamento da casa própria até os juros do cheque especial. 

Portanto existe a expectativa de que o Banco Central mantenha a taxa no valor em que está ou aumente apenas 0,25%, o que seria bem abaixo do que se esperava antes desse anúncio. Elevar a Taxa Selic era uma decisão que o Banco Central já havia tomado, mas que ia de encontro com o Palácio do Planalto. Há quem diga que essa nota serviu apenas de pretexto para o alinhamento entre Banco Central e Palácio do Planalto.

Notícia boa para a população em geral que poderá pagar juros menores e aliviar um pouco mais o orçamento, pois a chance de terminarmos o dia com a Taxa Selic mantida é bem alta.


Redução da meta fiscal ainda gera discussão entre membros da base governista, mas é aprovada para 0,5% do PIB pela CMO

16/12/2015 15h46

As discussões envolvendo a meta de superávit primário para 2016 estão longe de chegar ao fim. Mesmo com a resistência do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o governo decidiu reduzir a meta fiscal para 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), indo contra os 0,7% defendidos pelo ministro desde julho de 2015. A proposta foi enviada ao Congresso pela presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira (15), e aprovada pelos membros da Comissão Mista do Orçamento (CMO).

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 propõe deduções em ações de combate à seca e questões de segurança hídrica, além de combate a endemias e no Sistema Único de Saúde (SUS). O texto apresenta superávit sendo R$ 24 bilhões da União e R$ 6 bilhões de estados e municípios. A proposta prevê ainda que o Executivo poderá gastar até R$ 30 bilhões no ano que vem com despesas como frustração de receitas e pagamento de restos a pagar. De acordo com o líder do governo na comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a medida evita o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família no ano que vem.

Segundo Rose de Freitas (PMDB-ES), presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, o ministro Levy não participou da última rodada de discussões para a alteração da meta fiscal de 2016. O relatório final da CMO ainda precisa ser aprovado pelo plenário do Congresso.

 


Assembleia Legislativa abre importantes canais para o fomento da economia no RN

11/11/2015 17h56

A economia do Rio Grande do Norte tem muito que comemorar nesta quarta-feira (11). Dois projetos de lei propostos pelo Governo do Estado foram aprovados na Assembleia Legislativa, funcionando como importantes ferramentas para o fomento dos grandes e pequenos negócios instalados em solo potiguar. O primeiro deles é uma nova versão do já conhecido Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proadi), que oferece benefícios fiscais por até 25 anos, cinco a mais do que a versão anterior, com incentivos de 75% na redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O Proadi foi instituído em 1997 e possuía até então validade para 2017, por isso a necessidade de renovação era iminente. Este é um recurso utilizado por vários estados brasileiros para atrair as grandes indústrias, oferecendo as melhores condições para que elas se instalem em seus territórios. É a chamada "guerra fiscal". Este é um instrumento muito importante para atrair indústrias para o estado.

Com o novo Proadi aprovado, fica estabelecido que ao término do prazo de concessão dos incentivos fiscais, a empresa beneficiada terá que permanecer em atividade no Estado o equivalente a 20% da quantidade de anos em que teve direito à renúncia ao recolhimento do ICMS. A concessão de prorrogação fica condicionada à decisão do governador, após deliberação do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE).

Outro projeto que também foi aprovado ontem (10) na Assembleia Legislativa contempla o Programa de Incentivo à Aviação (AeroRN), com o objetivo de fomentar o desenvolvimento das atividades aeroportuárias, como importação de aviões, transporte da alimentação fornecida a bordo de aeronaves, turismo e outras atividades relacionadas. Sem dúvidas esse será um grande diferencial para o Rio Grande do Norte na disputa pelo Hub da Latam.

 


Crise em pauta

06/11/2015 12h04

Promete ser muito interessante a edição da próxima segunda-feira do “Motores do Desenvolvimento do RN”, projeto da realizado pela Fiern, Fecomércio, UFRN e RG Salamanca com apoio do jornal Tribuna do Norte. Primeiro pelo tema: “Brasil, vamos crescer!” que deve debater o momento econômico, suas causas, efeitos e possíveis soluções. Segundo pelas grandes “estrelas” da edição: Luiz Mendonça de Barros, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e a colunista do jornal O Estado de São Paulo, Eliane Cantanhêde. De primeira grandeza.


Expectativa de redução no número de empregos temporários para o Natal 2015

01/10/2015 13h54

Tão tradicional quanto às festas de final de ano, conseguir um emprego temporário no período natalino, já faz parte das estatísticas de economia. No Rio Grande do Norte, somente no ano de 2014, foram cerca de seis mil contratações temporárias para o período de outubro e dezembro.

Porém, para 2015 a expectativa no estado é que se registre um pouco mais de mil contratações, representando o pior dos últimos 15 anos ara a economia potiguar nesse setor.

Os lojistas já adiantaram que por causa do baixo movimento nas vendas, não serão feitas as tradicionais contratações temporárias e reafirmaram que diante do atual cenário econômico, manter o quadro de funcionários já tem sido uma grande vitória.

A notícia negativa nos relembra um círculo vicioso já conhecido de que " sem emprego não há renda, sem renda não há vendas e sem vendas não há emprego"

 


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