SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 37) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 35,5 Portal Mercado Aberto
Censo - maio

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Vai comprar presente para o Dia dos Pais? Veja como não ficar no vermelho

04/08/2014 09h16

Em diversos casos, o presente para essa data é adquirido com o dinheiro do próprio pai ou, pior, utilizando o crédito fácil. Por não terem o dinheiro neste momento, podem acabar caindo no endividamento e pagando juros de cheque especial, cartão de crédito ou longos crediários, podendo levar à inadimplência.

Para ajudar os consumidores na hora de presentear seus pais, o educador financeiro Reinaldo Domingos preparou oito dicas para não deixar o orçamento no vermelho.

1 - Pesquise junto aos familiares de que seu pai realmente precisa neste momento, para não comprar um presente que ele não vai gostar ou usar;
2 - Saiba quanto de dinheiro você tem, para escolher um presente que caiba no seu bolso;
3 - Procure juntar-se com os irmãos e/ou a mãe para dar um presente conjunto; assim, você consegue dividir os gastos;
4 - Caso não tenha dinheiro reservado e queira presentear, procure saber quanto de prestação cabe em seu orçamento financeiro mensal nos próximos meses;
5 - Definido qual presente, é hora de pesquisar; não abra mão da internet e, se preciso, passe em algumas lojas antes;
6 - Cuidado com presentes que possam ter outros custos com os quais seu pai não possa arcar; é o caso de um computador que precise de assinatura de internet, por exemplo;
7 - Quantas vezes você visitou seu pai nos últimos tempos? Lembre-se de que o melhor presente é sua presença e, muitas vezes, não lhe custa quase nada;
8 - Uma ótima dica é um passeio, um jantar ou uma viagem na qual você vá junto e compartilhe o momento.

*Fonte: UOL


Justiça isenta empresas de cumprir regras da Anatel em favor de consumidores

01/08/2014 08h16

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu liminar desobrigando um grupo de empresas de telecomunicações de cumprir algumas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que beneficiam os consumidores. As empresas não terão, por exemplo, que retornar imediatamente as ligações feitas aos call centers, que tenham sofrido interrupção, nem estender para os clientes antigos os mesmos benefícios das ofertas praticadas para captar novos clientes.

A medida liminar favorece as empresas inscritas na Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), que inclui operadoras como Claro, Embratel, GVT, Net, Nextel, Sky, TIM Celular, Oi Móvel, Vivo e Algar Telecom. Outros itens que as empresas não terão que cumprir são os que determinam que a prestadora deve fornecer informações sobre o plano de serviço no ato da contratação e o que veda a cobrança pelo restabelecimento da prestação do serviço.

O Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), que entrou em vigor no dia 8 de julho, trouxe novas regras a serem seguidas pelas empresas de telefonia, internet e TV por assinatura.

No pedido feito ao TRF, a Telcomp argumenta que o prazo para o atendimento das obrigações, de 120 dias, foi irrisório, e nesse período as exigências contidas no regulamento ainda não eram totalmente claras para as prestadoras do setor, redundando em diversas reuniões entre as empresas do setor e a Anatel, o que tornou mais exíguo o tempo destinado para a implementação das mudanças.

Em nota, a Anatel informou que vai defender em juízo, por meio da Advocacia-Geral da União, a legalidade dos artigos do regulamento. Segundo a agência, todas as empresas de telecomunicações tiveram 120 dias para se adaptar às novas regras, e participaram ativamente do grupo de implantação do regulamento. “A Anatel considera que as regras criadas pelo RGC representam um avanço nos direitos do consumidor de telecomunicações”, disse a agência.

O  juiz da 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal Victor Cretella disse que é preciso ouvir a Anatel para a formação da decisão final, mas suspendeu a eficácia de algumas obrigações até que cheguem mais elementos para exame da matéria. A Telcomp ainda não se posicionou sobre a decisão.

Em nota, a Telcomp diz que a decisão de recorrer à Justiça, para discutir o regulamento, foi tomada em assembleia geral pela maioria das empresas associadas. Segundo a entidade, alguns artigos do RGC não estão de acordo com a legislação vigente, violam direitos ou não atendem interesses dos consumidores, criam ônus desproporcionais aos possíveis benefícios e estipulam prazos de implantação que não podem ser cumpridos, e acrescenta: “As prestadoras de serviços são as maiores interessadas em atender bem aos seus consumidores, com serviços inovadores, melhores preços e sempre maiores comodidades, em um ambiente de intensa competição”.

*Fonte: Agência Brasil


Pretende estudar no exterior? Confira as dicas para não cair em armadilhas

29/07/2014 11h11

Estudar no exterior é o sonho de muitos jovens, afinal é uma ótima oportunidade para adquirir novas experiências e conhecer novos idiomas. Mas, para que isso aconteça você deve planejar bem a sua viagem e organizar tudo.

O interessado em aprender outro idioma pode procurar uma agência especialidade em intercâmbio. Com a ajuda das agências, o aluno pode ganhar descontos nas passagens, receber ajuda para escolher a escola e curso mais adequado ao seu perfil. A maioria das agências tem a possibilidade do aluno parcelar seus estudos em até 36 vezes no cartão e/ou cheque, enquanto outras possibilitam também o parcelamento com boleto bancário.

Para que você faça uma boa escolha, e não caia em armadilhas ou tenha problemas futuros, o Portal do Consumidor reuniu algumas dicas para quem pretende estudar fora do Brasil e aprimorar seus conhecimentos.

Confira:

1 – Procure uma agência de intercâmbio especializada no destino que você busca, veja se ela possui filial no país de destino, pois isso ajuda se precisar resolver problemas quando estiver no local pretendido;

2 – Pergunte a amigos, conhecidos ou parentes que já fizeram intercâmbio. Eles podem dar dicas de agências e de países mais “tranquilos” para se estudar;

3 – Procure a agência com informaçõesmínimas sobre o destino e o curso que pretende fazer. Além de facilitar o atendimento, você mostra ao agente de viagem que conhece sobre o local onde pretende estudar.

4 – Certifique-se que o consultor da agência é uma pessoa bem qualificada para te orientar sobre os planos e serviços oferecidos.

5 – Caso você pretenda fazer um intercâmbio com duração superior a três meses, veja sua situação financeira, certifique-se que você realmente terá dinheiro para se manter durante esse período.

6 – Antes de embarcar, procure estudar um pouco sobre o país para o qual pretende ir, aprendendo um pouco sobre a história do país, seus costumes, cultura e comida. Prepare-se também para as diferenças culturais e evite julgar os anfitriões. Alguns costumes que podem parecer estranhos, mas podem também trazer ensinamentos importantes. Lembre-se: o intercâmbio é um momento de troca, onde aprendemos e ensinamos, mas para isso, é preciso encarar essa jornada de “cabeça aberta”.

7 – Procure sempre providenciar com antecedência a documentação necessária para a viagem, como, o visto de entrada no país desejado, a declaração do curso e a validade dos documentos. Procure também ver sua situação junto à Justiça Eleitoral. Caso você não tenha votado nas últimas eleições, não poderá tirar o passaporte e nem sair do Brasil.

8 – Procure levar pouca bagagem, caso tenha pouco dinheiro evite fazer gastos excessivos com alimentação, freqüentando muitos restaurantes.

9 – Procure não andar com brasileiros, ou falar português, principalmente se você pretende fazer um intercâmbio para estudar outro idioma: Lembre-se, você está indo estudar outra língua e isso prejudica o seu aprendizado.

*Fonte: Portal do Consumidor


Inadimplência do consumidor apresenta queda no primeiro semestre do ano, revela Serasa Experian

21/07/2014 11h38

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou queda de 1,1% no primeiro semestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano passado. Na relação mensal – junho contra maio – o índice também caiu 1,4%, representando o primeiro declínio após três altas mensais consecutivas. Já na variação anual – junho de 2014 contra o mesmo mês de 2013 – o indicador apontou crescimento de 3,0%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, apesar de o indicador ter acumulado queda no primeiro semestre, dificilmente esta tendência se manterá durante o restante do ano. Inflação e juros elevados e enfraquecimento da economia e do mercado de trabalho deverão atuar no sentido de crescimento dos níveis de inadimplência do consumidor, conforme vem demonstrando as últimas variações mensais deste indicador (foram 7 elevações mensais em 9 meses, ou seja, desde outubro/13).

Na decomposição do indicador no primeiro semestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior, as dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) a inadimplência com os bancos e os cheques sem fundos foram os responsáveis pela queda do índice no período, com variações negativas de 2,3% 0,4% e 10,1%, respectivamente. Já os títulos protestados tiveram alta de 16,7%.

Na comparação mensal – junho contra maio – os cheques sem fundos foram os principais responsáveis pelo recuo do indicador, com variação negativa de 13,8% e contribuição negativa de 1,0 p.p. As dívidas não bancárias e os títulos protestados também caíram 0,6% e 19,7% e contribuíram de forma negativa com 0,3 p.p. e 0,3 p.p., respectivamente. Já a inadimplência com os bancos apresentou leve alta de 0,4% e contribuiu para que o indicador não caísse ainda mais em junho de 2014.

Cai o valor médio das dívidas com os bancos
O valor médio das dívidas com os bancos apresentou queda de 7,2% no primeiro semestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já a inadimplência não bancária, os cheques sem fundos e os títulos protestados tiveram alta de 1,4%, 4,2% e 5,1%, respectivamente.

A série histórica deste indicador está disponível em: www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/inadimplencia_consumidor.htm

*Fonte: Serasa Experian


Débitos não autorizados lideram reclamações de clientes bancários

16/07/2014 08h14

O débito em conta não autorizado continua sendo a principal reclamação de clientes contra as instituições financeiras, registrada no Banco Central (BC). Em junho, essas reclamações chegaram a 299, com redução em relação a maio (382).

No total, o BC recebeu no mês passado 1.748 reclamações de correntistas consideradas procedentes, com redução de 7,76% em relação a maio e 27,35% na comparação com junho de 2013.

Em segundo lugar na lista de principais reclamações está a restrição à portabilidade de crédito consignado, com 160 casos. Em seguida está a cobrança de tarifa por serviço não contratado (141).

No ranking de reclamações com resultado ponderado pelo número de clientes por instituição, Santander lidera a lista, com 316 casos. Em seguida vem HSBC (64), Banrisul (21), Itaú (209) e Banco do Brasil (275). Essa lista é dos bancos com mais de 1 milhão de clientes.

Nos  bancos com menos de 1 milhão de correntistas, a liderança em número de reclamações é do BMG (195), seguido por BNP Paribas (22), J. Malucelli (13), PanAmericano (26) e Banco Fibra (8).

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira.

Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer à Justiça.

*Fonte: Agência Brasil


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