SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 25,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

Tudo sobre economia, finanças, negócios e investimentos

Desemprego de empregadores: mais um cenário preocupante na economia brasileira

01/02/2016 13h17

A Folha de São Paulo publicou neste domingo (31) uma pesquisa do IBGE sobre o crescente número de empregadores desempregados, ou seja, que perderam seu status de empregador. São em sua maioria micro empresários que contavam com apenas um funcionário, mas devido à crise econômica tiveram que demitir e passar a trabalhar por conta própria.

A pesquisa feita em seis regiões metropolitanas do Brasil mostra que cerca de 60 mil pessoas deixaram de ser empregadores em 2015, em geral comerciantes, prestadores de serviços e profissionais liberais. 

E essa situação é tão ou mais preocupante que o desemprego geral. Isso porque o percentual de desligamento por esses empregadores em dezembro foi de 5,7%,  ou seja, o dobro dos 2,5% do desemprego do mercado de uma maneira geral. 

O fato é explicado pela grande queda da renda desses pequenos empregadores. Enquanto a renda do trabalhador caiu 5,8% em dezembro de 2015, a queda da renda do micro empresário caiu 10,7%. 

Então essa pessoa que abriu o seu pequeno negócio como forma de escapar do desemprego e das dificuldades do mercado, também já sofre com a crise econômica que vem abalando o país e engrossam a lista de desempregados.


Reunião do Conselho traz notícias boas e más notícias

29/01/2016 15h41

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, se reuniu ontem (28) para definir novos rumos para a economia brasileira. E o resultado trouxe muitas más notícias e boas notícias questionáveis.

A boa notícia é a aprovação pelo Governo de um pacote de crédito de R$ 83 bilhões, desses, R$ 49 bilhões ainda não estão efetivamente liberados e precisam de aprovação no Congresso. Principalmente aquele item que fala sobre o uso do FGTS para que o trabalhador dê garantia no crédito consignado, com isso, em tese, o trabalhador aumentaria a sua margem de captação de recurso e poderia ter uma capitalização maior na hora de buscar o crédito. Outro recurso que ainda carece de aprovação no congresso são os R$ 17 bilhões destinados a obras de infraestrutura.

Mas por que o pacote não chega a ser uma boa notícia? Uma das coisas que precisamos para recuperar a economia é a retomada dos investimentos públicos, entretanto isso não foi anunciado. Esses R$ 83 bilhões já existem e são recursos que já estão nos bancos, principalmente os públicos, e buscar crédito nesse momento não é uma boa opção para ninguém. As taxas de juros estão extremamente altas e o nível de endividamento das famílias e das empresas só aumenta, não é o momento de pegar mais crédito. O que vai movimentar a economia são investimentos públicos e não facilitação de crédito para quem já não tem como pagar.

As duas más notícias anunciadas após a reunião são as que com certeza mais preocupam. O ministro da Fazenda Nelson Barbosa afirmou que a expectativa para que a inflação brasileira volte ao centro da meta, 6,5% ao ano, é para o final de 2017, ou seja, mais dois anos com inflação acima dos 9% ano, o que leva ao maior endividamento e menor poder de consumo da população.

Por fim, a outra má notícia é a de que vários empresários que compõem o Conselhão disseram que podem dar apoio à retomada da CPMF, caso o Governo faça sua parte e reduza as suas despesas. Ou seja, mais prejuízo para o cidadão que paga mais imposto e vê seu poder aquisitivo encolher a cada dia.  


FMI prevê queda de 3,5% no PIB brasileiro em 2016

20/01/2016 14h56

O Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou ainda mais as perspectivas de um 2016 melhor para a economia, projetando em 3,5% a queda do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Para fazer uma breve comparação, o ano de 2015 começou com expectativa de queda de 1,5% e fechou o ano com 3,8% de retração, segundo atualização do relatório "Perspectiva Econômica Global" divulgada nesta terça-feira (19).

É certo dizer que já andávamos pessimistas com 2016, pensando em queda de 1,5% a 2% em nosso PIB, mas o FMI vem mostrar que nossa situação é ainda mais frágil, com previsão de queda de 3,5% e recuperação prevista apenas para 2017, com sorte. E isso é péssimo para a economia brasileira, que continua cheia de incertezas sobre o futuro.

Lembrando que isso é apenas uma projeção, e a tendência é que o prejuízo em números reais seja ainda maior a exemplo do que aconteceu no ano passado, ou seja, é bem provável que a economia brasileira tenha uma retração acima desses 3,5% já previstos.

E dizer que o PIB caiu quer dizer que toda a economia do nosso país foi afetada, e não só os grandes empresários. Com a queda do Produto Interno Bruto, toda a economia é refreada, não há investimentos, não há crescimento, não há geração de emprego e renda, aumenta-se o índice de desemprego, diminui-se o poder de compra do trabalhador, cresce a inadimplência, um péssimo sinal para a economia e para nós trabalhadores.

Porém ainda há esperanças. Mesmo que em curto prazo, existe uma notícia boa. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini emitiu uma nota comentando sobre o caso e falou que todas as projeções seriam consideradas na reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), que se reúne nesta quarta-feira (20) para definir a nova taxa básica de juros, que hoje está em 14,25% ao ano. A taxa básica de juros, também conhecida como Taxa Selic é a responsável por nortear todos os juros que pagamos no dia a dia, desde o financiamento da casa própria até os juros do cheque especial. 

Portanto existe a expectativa de que o Banco Central mantenha a taxa no valor em que está ou aumente apenas 0,25%, o que seria bem abaixo do que se esperava antes desse anúncio. Elevar a Taxa Selic era uma decisão que o Banco Central já havia tomado, mas que ia de encontro com o Palácio do Planalto. Há quem diga que essa nota serviu apenas de pretexto para o alinhamento entre Banco Central e Palácio do Planalto.

Notícia boa para a população em geral que poderá pagar juros menores e aliviar um pouco mais o orçamento, pois a chance de terminarmos o dia com a Taxa Selic mantida é bem alta.


Redução da meta fiscal ainda gera discussão entre membros da base governista, mas é aprovada para 0,5% do PIB pela CMO

16/12/2015 15h46

As discussões envolvendo a meta de superávit primário para 2016 estão longe de chegar ao fim. Mesmo com a resistência do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o governo decidiu reduzir a meta fiscal para 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), indo contra os 0,7% defendidos pelo ministro desde julho de 2015. A proposta foi enviada ao Congresso pela presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira (15), e aprovada pelos membros da Comissão Mista do Orçamento (CMO).

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 propõe deduções em ações de combate à seca e questões de segurança hídrica, além de combate a endemias e no Sistema Único de Saúde (SUS). O texto apresenta superávit sendo R$ 24 bilhões da União e R$ 6 bilhões de estados e municípios. A proposta prevê ainda que o Executivo poderá gastar até R$ 30 bilhões no ano que vem com despesas como frustração de receitas e pagamento de restos a pagar. De acordo com o líder do governo na comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a medida evita o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família no ano que vem.

Segundo Rose de Freitas (PMDB-ES), presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, o ministro Levy não participou da última rodada de discussões para a alteração da meta fiscal de 2016. O relatório final da CMO ainda precisa ser aprovado pelo plenário do Congresso.

 


Assembleia Legislativa abre importantes canais para o fomento da economia no RN

11/11/2015 17h56

A economia do Rio Grande do Norte tem muito que comemorar nesta quarta-feira (11). Dois projetos de lei propostos pelo Governo do Estado foram aprovados na Assembleia Legislativa, funcionando como importantes ferramentas para o fomento dos grandes e pequenos negócios instalados em solo potiguar. O primeiro deles é uma nova versão do já conhecido Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proadi), que oferece benefícios fiscais por até 25 anos, cinco a mais do que a versão anterior, com incentivos de 75% na redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O Proadi foi instituído em 1997 e possuía até então validade para 2017, por isso a necessidade de renovação era iminente. Este é um recurso utilizado por vários estados brasileiros para atrair as grandes indústrias, oferecendo as melhores condições para que elas se instalem em seus territórios. É a chamada "guerra fiscal". Este é um instrumento muito importante para atrair indústrias para o estado.

Com o novo Proadi aprovado, fica estabelecido que ao término do prazo de concessão dos incentivos fiscais, a empresa beneficiada terá que permanecer em atividade no Estado o equivalente a 20% da quantidade de anos em que teve direito à renúncia ao recolhimento do ICMS. A concessão de prorrogação fica condicionada à decisão do governador, após deliberação do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE).

Outro projeto que também foi aprovado ontem (10) na Assembleia Legislativa contempla o Programa de Incentivo à Aviação (AeroRN), com o objetivo de fomentar o desenvolvimento das atividades aeroportuárias, como importação de aviões, transporte da alimentação fornecida a bordo de aeronaves, turismo e outras atividades relacionadas. Sem dúvidas esse será um grande diferencial para o Rio Grande do Norte na disputa pelo Hub da Latam.

 


Anterior1|2|3|4|5|6|7|8|9|10|11|12|13|14|15|16|17|18|19Próxima

Av. Senador Salgado Filho, 2190 - Ed. Portugal Center - 207/209 - Fone: (84) 3206-9578
2010 ® Portal Mercado Aberto. Todos os direitos reservados.
ponto criativo