SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (depoimentos.idusuario = 37) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 20,5 Portal Mercado Aberto
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Saiba qual o melhor programa de milhagem para você

07/10/2014 09h41

Já faz algum tempo que os brasileiros descobriram as vantagens de participar nos programas de fidelização (mais comumente chamados de “programas de milhagem'') de companhias aéreas, operadoras de cartões de crédito e redes de hotéis. Quando a extinta VARIG lançou o programa Smiles, em 1994, o panorama da aviação nacional era bem diferente: preços regulados pelo governo, número reduzido de passageiros domésticos e alta concentração do setor. Avance 20 anos e o cenário atual inclui aeroportos (e aviões) abarrotados, serviços cada vez mais esparsos e um mercado um pouco menos concentrado — atestados da popularização do transporte aéreo no Brasil e no mundo.

Os programas de milhagem seguiram a tendência e também se popularizaram: o Multiplus Fidelidade, da TAM, conta com mais de 12 milhões de associados, enquanto o Smiles tornou-se o programa frequente da Gol após o colapso da VARIG e possui mais de 9 milhões de clientes.

Os programas de milhagem são excelentes ferramentas de marketing para as companhias aéreas mas geram um enorme passivo para estas empresas na forma de milhas acumuladas e ainda não utilizadas ou vencidas. Conforme esse passivo aumenta, as companhias procuram modos de desvalorizá-lo, geralmente tornando os prêmios mais caros e forçando os participantes a “gastar” mais para conseguir um bilhete grátis.

A tendência é mundial, mas TAM e Gol levaram essa cartilha a novos extremos ao longo de 2013 e 2014, hiperinflacionando suas tabelas de prêmio a tal ponto que passaram a estar desalinhadas com a média de valores cobrados por companhias internacionais.

A TAM eliminou em 2013 a garantia de trechos prêmio por 10 mil pontos nos voos domésticos e na América do Sul – um dos grandes diferenciais do programa até então – e instituiu um sistema flexível, passando a cobrar entre 5 mil e 50 mil pontos por voo. Esse mesmo sistema passou a valer também para as demais rotas da empresa: voos em classe econômica para os EUA custam atualmente entre 25 mil e 115 mil pontos por trecho (ante 20 mil e 30 mil pontos básicos anteriormente), enquanto os voos para a Europa saltaram para entre 30 mil e 130 mil pontos (antes, estas rotas tinham valores básicos que variavam de 30 mil a 40 mil pontos por voo).

Em agosto deste ano foi a vez da Gol instituir mudanças no Smiles. Na classe econômica, nos voos saindo do Brasil, a mudança mais notável foi o aumento do valor cobrado nos trechos rumo aos EUA, que passaram de 25 mil para 35 mil milhas. Já na classe executiva, o salto em alguns casos foi chocante: o trecho entre Brasil e EUA subiu de 37,5 mil para 85 mil milhas (aumento de 126,7%). O novo valor de 85 mil milhas também passou a valer para trechos em classe executiva entre o Brasil e a Europa (antes eram 52,5 mil milhas — o aumento foi de 61,9%) e entre a Europa e a África (30 mil milhas antes da mudança, um aumento de 183% no valor cobrado).

Como se não bastasse a escalada no valor dos prêmios, os clientes dos dois principais programas de milhagem nacionais ainda precisam conviver com a baixa qualidade no atendimento (não é incomum passar mais de 40 minutos ao telefone para que se consiga falar com um agente do Smiles ou do Fidelidade), além da notória dificuldade para se encontrar assentos disponíveis.

Programas Estrangeiros
Diante do cenário pouco animador, os programas de companhias aéreas estrangeiras tornam-se cada vez mais alternativas convidativas para o passageiro brasileiro.

Eis alguns dos principais atrativos de programas internacionais:

1- MILHAS QUE NÃO EXPIRAM NUNCA
Na maior parte dos programas aéreos americanos e britânicos as milhas nunca vencem desde que haja qualquer tipo de movimentação na conta do participante a cada 18 meses (nos programas brasileiros é praxe que as milhas tenham validade de dois ou três anos). Isso é uma enorme vantagem para quem voa pouco mas, por exemplo, usa cartão de crédito filiado a empresas aéreas para juntar pontos. Os programas operados por American Airlines, British Airways, Delta Airlines e United Airlines, todos possuem milhas com validade indeterminada.

2- MILHAS EM FAMÍLIA
Que tal somar gratuitamente todas as milhas de até sete membros de sua família e que residam em um mesmo endereço? No Executive Club, da British Airways, isso é possível através das contas familiares. Alguns outros programas de empresas aéreas árabes e europeias também permitem a utilização de contas conjuntas, mas de maneira um pouco mais restritiva que o Executive Club. Este tipo de conta agiliza muito o processo de obtenção dos pontos necessários para o resgate de um prêmio.

3- ATENDIMENTO ÁGIL
Não é segredo que empresas brasileiras na maioria dos setores possuem atendimento ao cliente bastante deficiente. Não é diferente entre as companhias aéreas. Para quem está acostumado a lidar com agentes mal treinados e com pouca autonomia para resolver problemas ou reconhecer erros da própria empresa chega a ser um alívio lidar com agentes dos grandes programas internacionais: além de evitar horas ao telefone e questões simples costumam ser resolvidas quase imediatamente. As maiores companhias aéreas com operações no Brasil, como American Airlines, Air France, British Airways, Delta, Lufthansa e United Airlines possuem times especializados em seus programas de milhagem que falam português. Para as demais empresas é útil saber se comunicar em inglês ou espanhol nos contatos com o call center internacional.

4- TABELA DE PRÊMIOS COMPETITIVA
Mesmo com a tendência mundial de subida nos valores dos bilhetes prêmio, grande parte dos preços de prêmios de companhias internacionais ainda é bastante vantajosa na comparação com as atuais tabelas praticadas por TAM e Gol. Além disso, muitas das empresas internacionais possuem acordos com TAM, Gol e Azul, ou seja, é possível que você acabe pagando menos em uma companhia parceira para voar em empresas brasileiras. Alguns exemplos:

Do Brasil para os EUA em classe econômica (por trecho):
    American Airlines (voando com American Airlines, TAM ou US Airways): 20 mil milhas (baixa temporada) ou 30 mil milhas (alta temporada).
    British Airways (voando com American Airlines, TAM ou US Airways): 20 mil, 25 mil ou 30 mil milhas, em voos diretos, dependendo da distância do voo.
    Gol (voando Gol com escala ou voos diretos com a Delta Airlines): 35 mil milhas.
    TAM (voando com American Airlines , TAM ou US Airways): de 25 mil a 115 mil pontos em voos TAM, 35 mil pontos em voos da American Airlines ou US Airways.
    United Airlines (voando com Avianca Colombia, Copa Airlines, United Airlines e, a partir de dezembro, com a Azul): 30 mil milhas.

Do Brasil para a Austrália em classe executiva (por trecho):
    American Airlines (voando com TAM, LAN ou QANTAS, via Chile): 50 mil milhas.
    British Airways (voando com TAM, LAN ou QANTAS, via Chile): 120 mil milhas.
    Gol (voando Delta Airlines, via EUA, ou Qatar Airways, via Doha): a partir de 100 mil milhas (a empresa não divulga os valores máximos).
    TAM (voando com TAM, LAN ou QANTAS, via Chile): 165 mil milhas (a empresa soma os valores das conexões entre continentes, são 55 mil pontos até o Chile e outros 110 mil pontos até a Austrália).
    United Airlines (voos com a própria United, via EUA, ou com outras dez parceiras via África, Europa e Ásia): 72,5 mil milhas em voos United e 82,5 mil milhas em empresas parceiras.

5- ACUMULE MILHAS COM A GOL E A TAM EM UM MESMO PROGRAMA
Pode parecer difícil mas é possível acumular milhas voadas com Gol e TAM em um único programa. Isso ocorre porque ambas empresas mantêm parcerias simultaneamente com a Iberia e com a Qatar Airways. A Iberia mantém o programa Iberia Plus, enquanto a Qatar opera o Privilege Club. Membros desses programas acumulam em uma única conta os trechos voados em ambas as companhias brasileiras.

Desvantagens
Não existe programa perfeito e há percalços mesmo com os melhores programas internacionais:

1- DIFICULDADE EM ACUMULAR MILHAS
Se você mora no Brasil, inevitavelmente será mais fácil acumular pontos com parceiros não aéreos nos programas nacionais. Tanto Gol quanto TAM possuem parcerias com lojas, bancos, escolas, editoras, restaurantes e postos de gasolina — as estrangeiras não possuem essa rede ampla em território nacional e se você junta a maior parte dos seus pontos com esses serviços certamente não será vantajoso mudar.

2- FOCO ESTRANGEIRO
Ao contrário das empresas nacionais, que possuem prêmios atrativos e promoções para voos domésticos ou voos curtos na América do Sul, o foco das estrangeiras tende a ser sua região sede. Isso significa, que talvez você encontre excelentes promoções e descontos em voos a partir da Europa ou dos EUA, mas tenha que desembolsar mais por prêmios dentro do Brasil.

3- LÍNGUA
As grandes empresas internacionais possuem call centers no Brasil com agentes que falam português, mas nas empresas menores ou em alguns casos mais complexos, apesar do número de telefone local, você pode acabar tendo mais facilidades falando diretamente com a central internacional, o que geralmente exige o domínio do inglês ou do espanhol.

4- PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR
No caso de empresas estrangeiras, as regras dos programas de milhagem não obedecem ao Código de Defesa do Consumidor (mas nas transações realizadas no Brasil, a lei brasileira se aplica).

O melhor programa para você
O perfil do passageiro determina o programa mais adequado. Para quem voa pouco, mas junta pontos através de cartões de crédito e pretende viajar para o exterior, os programas estrangeiros tendem a ser a melhor opção. A American Airlines possui parceria no Brasil com o Citibank para a emissão de cartões de crédito, já a Iberia é parceira do Banco Santander no país. Portadores de cartões American Express podem transferir milhas para dezenas de parceiras brasileiras e internacionais.

Se você ganha a maior parte dos seus pontos em restaurantes, compras online ou abastecendo o carro, ou ainda se você pretende viajar principalmente pelo Brasil ou pela América do Sul, vale mais a pena ser associado a um programa nacional. Escolha a companhia aérea com a qual você voa mais frequentemente ou que tenha parceria com os serviços que você mais utiliza.

Passageiros com perfil misto, que não voem com muita frequência devem priorizar o programa que lhes permitirá juntar o maior número de milhas com a maior rapidez — evite acumular as milhas por períodos muito longos de tempo mesmo que elas não estejam próximas do vencimento. A qualquer momento tabelas de prêmio podem mudar, parcerias podem ser desfeitas e rotas podem ser canceladas: esperar demais pode significar não conseguir emitir o prêmio planejado.

*Fonte: UOL


Empresas de telefonia lideram ranking de marcas que desrespeitam o consumidor, aponta estudo Radar Jovem 2014

02/10/2014 08h24

Citada por 11% dos jovens entrevistados, a Tim lidera a lista de marcas que desrespeitam o consumidor. A Vivo aparece em segundo lugar, mencionada por 10%, e a Net em terceiro, com 3%. A marca Zara aparece em quarto lugar, com 2%, seguida pela Oi, com 2%. Os dados estão presentes no Estudo Radar Jovem, realizado pela B2, com jovens de 18 a 25 anos de todo o território nacional.

Mais do que apenas consumir serviços de telefonia, o estudo aponta que os jovens utilizam o serviço de acesso à internet, pois se mantém conectados seis horas por dia, o que revela a importância que os serviços de comunicação têm em seu cotidiano. Marcas que entregam experiências ruins caem em seus conceitos. Dados do IBGE PNAD 2014 mostram que os celulares substituíram o uso de telefones fixos: aumentaram de 27,9%, em 2001, para 90,0% em 2013. Enquanto o número de residências com telefone fixo caiu de 51,1%, em 2001, para 39,6%, em 2013.

*Fonte: Assessoria de Imprensa


PROCON/RN notifica Sindicato dos Bancários

29/09/2014 10h45

O PROCON/RN notifica Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte para garantir efetivo mínimo de 30% de funcionários trabalhando durante o período de greve, anunciado pelo sindicato para inicio nesta terça-feira (30). A notificação preventiva do PROCON/RN orienta que, mesmo durante o movimento, os caixas eletrônicos permaneçam disponíveis com dinheiro em espécie para saque; além de realização de depósito, transferência e pagamentos e contenham envelopes para operações bancárias de forma a garantir a necessária prestação dos serviços bancários indispensáveis  aos consumidores norte-rio-grandenses, nos termos da lei vigente sob pena de sanções administrativas, cíveis e penais.

Eis a íntegra do ofício da notificação:

Ofício nº 210/ 2014 – CG
Natal, 29 de setembro de 2014

Ilmo Sra.
MARTA TURRA
MD Coordenadora Geral do Sindicato dos Bancários do RN

Prezada Coordenadora,

O Coordenador Geral do PROCON/RN, no uso de suas atribuições, considerando o que dispõe o art. 33, §2º, do Decreto Federal nº. 2.181/97, combinado com o artigo 12 da Lei Federal nº. 7.783/89 e, devidamente embasado no Princípio da Supremacia do Interesse Público:

NOTIFICA esse Sindicato dos Bancários do RN para que seja assegurado, durante o período da greve da categoria, anunciada pela imprensa potiguar, o contingente legalmente estabelecido, correspondente a 30% dos funcionários trabalhando e caixas eletrônicos disponíveis com dinheiro em espécie para saque, depósito, transferência, pagamentos, envelopes para operações bancárias de forma a garantir a necessária prestação dos serviços bancários indispensáveis  aos consumidores norte-rio-grandenses nos termos da lei vigente.

Assim sendo, no que pese todo o respeito e reconhecimento do PROCON/RN  pelo  direito constitucional da greve,  solicita que todas as agências bancárias filiadas a esse Sindicato,  sejam devidamente advertidas de que, o não cumprimento da presente NOTIFICAÇÃO acarretará  na aplicação imediata das sanções administrativas, cíveis e penais tais como multa pecuniária, interdição e intervenção administrativa previstas no art. 56 da Lei 8.078/90 c/c com o art. 18 do Decreto Federal 2.181 de 20 de março de 1997, bem como, na conformidade com o disposto no Art. 330 do Código Penal c/c o Art. 33, §2º do Decreto Federal 2.181 de 20 de março de 1997, e caracterizará  crime de desobediência e outros previstos no Código de Defesa do Consumidor  vez que os órgãos de proteção e defesa do consumidor possuem competência para fiscalizar e  exigir o cumprimento rigoroso da legislação consumerista.

Atenciosamente
NEY LOPES JÚNIOR
COORDENADOR GERAL
PROCON/RN


10 passos para manter o nome limpo

23/09/2014 10h16

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira 'Meu Bolso Feliz' nas 27 capitais descobriu que grande parte dos brasileiros reconhece a importância de manter as contas em dia. Dentre os consumidores entrevistados, 82% consideram que ter o 'nome limpo' é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter. Apenas 6% disseram não se importar em ter o CPF negativado.

No entanto, apesar da aparente preocupação da maior parte da população, uma outra parcela significativa dos brasileiros admite assumir atitudes arriscadas. Seis em cada dez entrevistados (64%) reconhecem que já pagaram, pelo menos uma vez em suas vidas, alguma conta atrasada, ao passo que 17% nunca o fizerem. Já o hábito de fazer um planejamento financeiro não é prática corriqueira para pelo menos 40% dos entrevistados.

Outro dado que acende o sinal de alerta é que 14% da amostra confessou ter o costume de deixar de pagar algum compromisso financeiro para utilizar o dinheiro na aquisição de um produto que desejam ter, mesmo que sem necessidade. 

Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, para que o consumidor deixe de ser inadimplente, é preciso, antes de qualquer coisa, que entenda que o ciclo de endividamento se constitui de causas como analfabetismo financeiro, consumismo, marketing publicitário e crédito fácil; de meios – cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR -; e de efeitos – problemas conjugais, problemas de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e faltas no trabalho.

Os economistas do SPC Brasil reforçam que estar com o CPF negativado acarreta uma série de dificuldades na vida particular e profissional dos consumidores, como estar impedido de realizar compras parceladas ou abrir contas em banco, enfrentar barreiras na hora de financiar um carro ou a casa própria e até mesmo conseguir uma recolocação no mercado de trabalho.
 
Dez dicas para manter o 'nome limpo'
Confira 10 dicas que os especialistas do 'Meu Bolso Feliz' dão para o consumidor manter o 'nome limpo' e continuar consumindo da maneira saudável

1. Seja organizado. Faça uma planilha e anote todos os gastos mensais fixos, como água, luz, telefone, aluguel, condomínio, alimentação, escola, entre outros. Não se esqueça de incluir os gastos extras e supérfluos;

2. Dê previsibilidade aos seus gastos. Faça o cálculo do quanto você ganha, subtraindo as contas que são essenciais. Desse modo, você já começa a ter uma noção do quanto tem de dinheiro para gastar com as coisas que gosta e poupar pensando no futuro;

3. Seja prudente. Reflita se os seus gastos são de fato necessários e avalie o que pode ser adiado ou até mesmo cortado da lista de compras;

4. Nunca empreste seu CPF para terceiros realizarem compras e não permita que outra pessoa, mesmo que seja parente próximo ou amigo, use seu cartão de crédito.

5. Tenha um bom controle das datas que vencem seus compromissos financeiros. Ao utilizar cheques, por exemplo, verifique se sua conta tem fundos suficientes para cobrir o valor da folha. O mesmo cuidado serve para os cheques pré-datados na data marcada para o depósito;

6. Faça um uso inteligente do cartão de crédito. Nunca exceda o seu limite, pois isso gera a cobrança de taxas extras. O cartão de crédito pode ser útil para momentos de emergência;

7. Pague sempre suas contas em dia, isso evita a cobrança de juros. Poucos dias de atraso podem representar multas aparentemente pequenas, mas se você juntar várias contas, o valor desembolsado pode assustar;

8. Não tenha medo de pedir uma renegociação. É possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar a dívida atrasadas a vista, é possível até pedir um desconto no valor total. Além disso, é necessário que o consumidor mantenha a disciplina e não assuma novas dívidas enquanto estiver pagando as prestações atrasadas;

9. Evite surpresas desagradáveis. Caso mude de residência, informe imediatamente o seu novo endereço aos seus credores. Dessa maneira, você evita a perda de faturas e recebimentos com atraso, sendo obrigado a pagar juros e multas desnecessárias que encarecem ainda mais a dívida;

10. Resista às tentações das propagandas e não insista em manter um estilo de vida que não combina com a sua renda. Cuidado com o poder que fatores psicológicos exercem sobre você. Por uma questão de expressão social, algumas pessoas compram descontroladamente apenas para impressionar a família, os amigos e até mesmo para compensar frustrações. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente.

Caminho para reverter a situação
A solução, segundo Domingos, é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, separando os itens em “essenciais” e “não essenciais”, priorizando o pagamento das essenciais para evitar o corte de serviços indispensáveis. Deve-se também priorizar as dívidas que têm as taxas de juros mais altas. Provavelmente, serão as dos empréstimos adquiridos junto ao sistema financeiro. Se assim for, o melhor é procurar o gerente e pedir que junte num mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos e negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios que não ultrapassem 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente.

A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não mais apenas os juros, e sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo. Se não houver possibilidade de acordo com a instituição financeira ou se a parcela negociada não couber no orçamento, será melhor poupar para, quando for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos, tenha melhores condições de negociar a quitação em valores menores.

Um último alerta é que os consumidores evitem, a qualquer custo, promessas milagrosas e com juros muito baixos de instituições ou pessoas que não são conhecidas. Um grande problema que observo é o constante crescimento de golpes, que se aproveitam das pessoas em desespero para tirar proveito e deixá-las ainda mais com problemas financeiros.

*Fonte: Site Consumidor Moderno


SGA: Aéreas devolverão taxas em 12 meses

04/09/2014 11h41

As empresas aéreas que operam no Aeroporto Internacional Governador  Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, definiram os procedimentos de devolução das taxas de embarque aos passageiros. O ressarcimento começou a ser efetuado na última segunda-feira, dia 1º, e cada empresa adotou um sistema diferenciado (veja quadro). Dos bilhetes voados no período de 31 de maio a 31 de agosto deste ano, o prazo para devolução da taxa será de 12 meses. Os bilhetes voados a partir do dia 1º de setembro de 2014 também terão um prazo de 12 meses para serem devolvidos a partir do primeiro dia de setembro. O valor total a ser devolvido ultrapassa a soma de R$ 8,7 milhões.

A devolução é uma decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O procedimento acontece em razão de entendimento do órgão regulador de que as obras no aeroporto não foram totalmente concluídas pelo consórcio Inframérica, concessionário responsável pela construção e operação do terminal. Quem visita o terminal pode constatar, ainda no estacionamento, que o local passa por obras.

Sobre a continuidade da cobrança da taxa, a Anac esclarece que esta ainda é feita no aeroporto, mesmo sem a conclusão das obras, mas que os valores serão ressarcidos. “É importante ressaltar que as tarifas de embarque relativas aos vôos do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante continuam sendo recolhidas pelas companhias por orientação da Anac, mas os valores não foram e não estão sendo repassados ao aeroporto até que este cumpra todos os itens contratuais previstos”, diz nota do  Inframérica.

A tarifa de embarque é recolhida dos passageiros pelas empresas aéreas no ato da compra do bilhete e somente é repassada aos aeroportos após o efetivo embarque do passageiro. Ou seja, o passageiro pode comprar uma passagem hoje, incluída a tarifa de embarque, mas o aeroporto só recebe o recurso quando o embarque for realizado.

Como pedir a restituição da taxa de embarque?
Confira normas por companhia aérea:

Azul
- Solicitar a devolução da tarifa de embarque por meio do 0800 884 4040;
- Prazo para solicitação: bilhetes voados no período de 31/05/2014 até 01/09/2014: prazo de até 1 ano a contar de 01/09/2014; bilhetes voados após 01/09/2014: prazo de até 1 ano a contar da data de embarque;
- Para bilhetes adquiridos através de agência de viagem, o procedimento de solicitação acima será o mesmo, no entanto, o reembolso será de acordo com a forma de pagamento.

Avianca
- Solicitação através dos seguintes canais: Central de Atendimento (4004-4040 ou 0300-789-8160), lojas físicas ou através do site, preenchendo o formulário;
- A devolução será realizada ao adquirente do bilhete, observando-se a forma de pagamento utilizada para a compra;
- Para as compras realizadas através de agência de viagens, estas serão responsáveis pela devolução, conforme política de cada uma, mediante prévia solicitação através de nossos canais;
- A devolução poderá ser solicitada em até 1 ano da data do embarque;

TAM
- Passageiros que adquiriram os bilhetes com cartão de crédito receberão a devolução na própria fatura de seu cartão. Nesse caso, os clientes não precisam entrar em contato com a TAM;
- Os passageiros que adquiriram seus bilhetes em agências de viagem com qualquer forma de pagamento que não seja cartão de crédito devem entrar em contato com a TAM;
- Os passageiros que adquiriram as passagens com qualquer outro meio de pagamento devem entrar em contato com a TAM;
- Passageiros que embarcaram a partir de 01/09/14 devem solicitar a devolução da tarifa de embarque após 10 dias da realização do voo;
- A devolução da tarifa deve ser solicitada em até 12 meses;
- Os passageiros devem estar munidos do número do bilhete ou do localizador da reserva, assim como dos dados bancários para depósito do valor da tarifa.
- Canais de comunicação: Central de Vendas, Fidelidade e Serviços (4002-5700 para capitais e 0300-570-5700 para as demais cidades) e serviço Fale com a Gente (SAC), pelo telefone 0 800 123 200.

Gol
- A solicitação da devolução da tarifa de embarque pode ser feito por meio do 0800 704 04 65 (telefone do SAC);
- A devolução da taxa de embarque pode ser solicitada dentro de até 12 meses.

TAP
- A empresa não informou como o reembolso será realizado;
- Na Central de Atendimento (0300 210 6060), a informação é de que a empesa ainda não está autorizada a reembolsar os passageiros.

*Fonte: Tribuna do Norte


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