SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (DATE(depoimentos.datacadastro) >= '2015-06-01') AND (DATE(depoimentos.datacadastro) <= '2015-06-30') AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 0,5 Portal Mercado Aberto
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Cenário econômico do Brasil preocupa especialistas

26/06/2015 17h23

O governo federal essa semana, resolveu aumentar a transparência sobre os seus números. Até porque pouca gente acreditava nos números e projeções que o governo vinha divulgando, diante do que se está vendo no dia a dia, nas ruas e nos noticiários de uma maneira geral.

O governo começou a semana revisando para baixo a previsão de crescimento do nosso Brasil, da nossa economia ao longo deste ano. Havia uma expectativa de queda de pouco mais de 1% do nosso PIB, agora essa queda já deve chegar próximo dos 2%. Uma retração da atividade econômica. Também reviu para cima a inflação, que muitos especialistas já falavam que poderia chegar próxima dos dois dígitos ao longo do ano. O governo mantinha a sua expectativa de inflação na casa de 7% e agora já fala em algo próximo dos 9%. E aí, mais uma vez, os especialistas aumentam o pessimismo e dizem que se o governo assume até próximo de 9% é certo que passaremos dos dois dígitos na inflação ao longo de 2015.

Para completar, o governo também se viu obrigado a anunciar os dados do IBGE relativos ao desemprego. As seis principais regiões metropolitanas do Brasil apresentaram a maior taxa de desemprego desde maio de 2010, próxima dos 7% a média, com pico de quase 13% na região metropolitana de São Paulo, que é a maior e mais importante da nossa economia. E aí, na esteira, principalmente da crise do setor automobilístico, que viu suas vendas até maio despencarem quase 50%.

Nesse contexto, o governo viu também aprovar na câmara, depois de todo circo armado pelo presidente Eduardo Cunha, um aumento na taxação sobre a folha de pagamento, diminuindo a isenção que havia sido dada há cerca de quatro anos pelo próprio governo. Agora as empresas que pagavam 1% sobre seu faturamento em relação ao INSS passam a pagar 2,5% e aquelas que pagavam 2% passam a pagar 4,5%. O assunto ainda será discutido no senado mas essa medida já havia passado pelo senado então é muito provável que tenhamos esse aumento na folha de pagamento das empresas.

Então o cenário de hoje não é nada bom, infelizmente. E as notícias ruins só continuam surgindo, e o governo não anuncia nada que possa redundar em cortes na sua própria carga, nos seus próprios gastos. Esta sim, seria uma medida defectiva para começarmos a retomar nosso rumo.

 

 


Preço do querosene para aviação do RN será tema de conversas com a Petrobras

16/06/2015 18h04

As discussões sobre a possibilidade do Rio Grande do Norte ser beneficiado com a construção do Hub da Latam, no Aeroporto Internacional Aluísio Alves, vêm ganhando força nos últimos dias. Nesta segunda-feira (15), o governador Robinson Faria convocou uma reunião para debater estratégias e soluções para problemas pontuais que possam colocar o estado atrás dos vizinhos concorrentes, dentre elas está a negociação dos preços praticados pela Petrobras em cima do querosene de aviação (QAV).

A questão do preço do QAV no RN pode ser o diferencial do estado na disputa. O Governo do RN já havia se antecipado e reduzido o ICMS do combustível em fevereiro deste ano, mas se a Petrobras entrar no circuito e negociar preços diferenciados para o estado, as chances potiguares aumentarão. Esta já é uma prática comum no Ceará, onde a companhia entrega o querosene de aviação a um preço bem menor do que no Rio Grande do Norte. A intenção agora é que o mesmo seja aplicado no RN antes que saia a decisão da Latam sobre a localização do novo Hub, que deve ser anunciado até o final de 2015.

Outras medidas também estão sendo consideradas, e o Governo tem todo interesse oferecer novos incentivos tributários para instalação do Hub em Natal para compra de aeronaves, peças para as máquinas e em alimentos para as companhias aéreas. Além disso, a capacidade de ampliação do equipamento, a redução do ICSS pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e também a possibilidade de ofertar um preço diferenciado de QAV podem colocar o RN à frente na disputa. Nesta quinta-feira (18), uma comissão técnica da TAM deve desembarcar no Aeroporto Aluísio Alves para mais uma avaliação.

 


Nova alta na inflação acende luz vermelha para Governo e mercado financeiro

11/06/2015 17h36

Os números oficiais da inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apontam que o Brasil alcançou 8,47% no acumulado dos últimos 12 meses. Segundo os cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2015 já acumulou uma aceleração de 5,37%, percentual muito próximo do que foi registrado em todo ano passado, onde a inflação atingiu 6,5%.

Especialistas apontam que esses números podem piorar e alcançar o segundo dígito ainda este ano caso nenhuma providência seja tomada. O novo índice é preocupante, considerado o maior desde 2003, e o resultado pode ser catastrófico para a economia e para o Governo Federal. Caso a previsão dos economistas se consolide, e a inflação brasileira atinja mesmo os dois dígitos, será o pior resultado registrado desde 1999, quando a economia do país ainda engatinhava.

No início de junho, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central elevou a taxa básica de juros Selic para 13,75% ao ano, numa tentativa de frear o aumento da inflação e continuar mantendo a economia do país nos trilhos. Os resultados do IBGE são prova de que a medida não funcionou. Caso esse índice não desacelere, vai ser difícil sustentar o consumo e o aumento de algumas tarifas que o governo conseguiu segurar no ano passado será inevitável. A tendência agora é de mais aumento na taxa de juros e a diminuição do número de investimentos federais.

 


Natal vive expectativa de sediar o novo Hub da TAM

03/06/2015 18h07

Desde o início do ano, o Aeroporto Internacional Aluísio Alves, em São Gonçalo do Amarante, vem ganhando destaque nos noticiários potiguares com o anúncio de novos voos e também da possibilidade de sediar o primeiro Hub da Latam, maior empresa de linhas aéreas da América Latina, na região nordeste do Brasil. O outro centro de cargas e passageiros da empresa fica no aeroporto de Brasília, administrado pela Inframerica, mesma empresa que gerencia o aeroporto de Natal.

Além da capital potiguar, estão na disputa Fortaleza e Recife. O assunto não é novidade, já foi divulgado pelo Portal Mercado Aberto, mas nos últimos quinze dias dois fatos fizeram com que o burburinho envolvendo a escolha da TAM pela cidade aumentasse. Primero foi a saída de um voo da Lufthansa, maior empresa aérea em cargas do mundo, que partiu discretamente com o primeiro voo carregado de fruitas para o mercado europeu. Já no final da semana passada, a presidente da TAM, Cláudia Sender, esteve no Aeroporto Aluísio Alves, passou cerca de duas horas conhecendo todos os detalhes técnicos e depois voltou para são Paulo. Os outros equipamentos que estão concorrendo a vaga receberam apenas a visita de técnicos da companhia.

Nos próximos dias Natal deve receber a visita técnica de um consultor que está trabalhando na formatação do novo Hub, mais um bom indício comemorado pelos gerentes da Inframerica local. Segundo a TAM, o resultado oficial deve sair até o fim do ano. O Governo do RN segue negociando com a companhia aérea.

 


Cresce inadimplência no Minha Casa, Minha Vida

02/06/2015 18h07

Números do Ministério das Cidades, divulgados nesta segunda-feira (1), mostram que o número de inadimplentes entre os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida cresceu, se compararmos com o mesmo período do ano passado. Esses dados atingiram em março 21,8% dos financiamentos concedidos na faixa 1 do programa, destinada às famílias com renda mensal de até R$ 1.600, ou seja, de quatro beneficiados, um está inadimplente. Em abril de 2014, eram 17,5%.

Um dos fatores que mais prejudicaram as famílias desse grupo foi a queda na renda do trabalhador brasileiro e o aumento do desemprego. O detalhe é que as prestações do programa para esta faixa de renda variam de R$ 25 até R$ 80 por mês, o que corresponde apenas a cerca de 5% do valor do imóvel que vão receber. Um valor relativamente pequeno para uma faixa de renda muito baixa.

Isso quer dizer que são realmente as classes C, D e E que estão enfrentando as maiores dificuldades, ao contrário dos anos anteriores, onde foram os grandes motores da economia. O aumento de energia elétrica, taxas de juros gritantes e a ameaça da inflação são fatores que pesam muito mais no orçamento de uma família que ganha menos do que para um grupo com uma renda maior.

O aumento dos atrasos entre esses mutuários também levou a Caixa a suspender, em fevereiro, o programa Minha Casa Melhor. Tratava-se de uma linha para compra de móveis e eletrodomésticos com prestações de pouco mais de R$ 100. Mais um programa que tinha um impacto muito importante na nossa economia e que foi prejudicado pelo momento difícil que o país enfrenta na economia.

 



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