SELECT depoimentos.*,usuarios.nome as 'autor', usuarios.email as 'email', usuarios.funcao as 'autorfuncao' FROM depoimentos INNER JOIN usuarios ON (depoimentos.idusuario = usuarios.idusuario) WHERE (depoimentos.ativo > 0) AND (DATE(depoimentos.datacadastro) >= '2015-03-01') AND (DATE(depoimentos.datacadastro) <= '2015-03-31') AND (depoimentos.idusuario = 8) ORDER BY depoimentos.datacadastro DESC LIMIT 0,5 Portal Mercado Aberto
RN CARD - 05-09-2016

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Estudo mostra itens que a classe C deixou de consumir e o que passou a colocar no carrinho de compras

31/03/2015 17h49

A classe C foi o grande motor do desenvolvimento econômico do país nos últimos 10 anos, por isso começou a ter seus hábitos de consumo estudados por empresas das mais diversas áreas, que delinearam estratégias para conquistá-los. É importante saber para onde esse consumidor está indo e o que ele está buscando. Segundo estimativas de algumas consultorias, a classe C movimenta hoje mais de R$ 1 trilhão para gastar em consumo ao longo de 2015. É uma fatia de público que definitivamente não pode ser desprezada.

Uma pesquisa divulgada ontem pela Kantar Wordpanel, a pedido da Folha de São Paulo, mostra os principais itens que perderam espaço no carrinho de compras desses consumidores em 2014, assim como os produtos que agora são os queridinhos da categoria.

Cremes e loções corporais lideram o ranking das coisas que perderam o interesse da classe C, com uma queda de 6%. Em seguida vem a polpa e purê de tomate (-4%), suco concentrado (-4%) e o sabão em pedra (-4%). Enquanto isso, o detergente líquido só sobe, de acordo com a pesquisa está em alta, com o crescimento de penetração em 10%. Mas não é, nem de longe, o fim do sabão em pedra, que é comprado por 80% das famílias brasileiras de classe C ao menos uma vez por ano.

Outro item que ganhou lugar cativo no carrinho deste público foi o iogurte grego, e mesmo sendo mais caros do que os iogurtes tradicionais, atingiu os 24% positivos na pesquisa. Também decolaram alvejantes sem cloro (11%), suco pronto para beber(9%) e bolo industrializado (7%). Ficou muito claro que a classe C está refinando os seus hábitos de consumo e o mercado precisa ficar atento à isso.

 


Exoneração de imposto do QAV garante investimentos de R$ 50 milhões no RN

30/03/2015 15h54

A Petrobras confirmou que irá investir cerca de R$50 milhões na ampliação da Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC), em Guamaré. Esses recursos servirão para aumentar a produção do querosene de aviação (QAV) em 70% já a partir do segundo semestre de 2015. A medida foi tomada após o decreto que modifica a cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em cima da produção do combustível, publicado em 20 de março pelo governador Robinson Faria.

O acréscimo tem como foco a ampliação no consumo do combustível pelas companhias aéreas em território potiguar, além do escoamento para estados vizinhos. O Portal Mercado Aberto publicou na última sexta (27), informações de que a capital potiguar teria um voo direto para Buenos Aires, e que este poderia ser apenas o primeiro de muitos outros que começariam a movimentar o Aeroporto Internacional Aluízio Alves. Nesta segunda (30) mais um voo direto foi anunciado, desta vez para a cidade de Campinas, no interior de São Paulo.

A produção do QAV em Guamaré caiu 8,46% em janeiro e 8,07% em fevereiro deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. Com esse incremento na produção, a Refinaria Clara Camarão será capaz de produzir quase 20.000 m³ de querosene de aviação por mês, hoje essa produção passa pouco dos 11.272 m³.

 


Pesquisa mostra que brasileiro está comprando cada vez mais por impulso na internet

27/03/2015 17h44

Quem nunca comprou algum produto de forma impulsiva que atire a primeira pedra. Passear nos corredores de um Shopping Center pode ser um perigo para alguns clientes. A infinidade de lojas e mercadorias causa certo frisson no bolso dos brasileiros mais consumistas. Mas o problema não se esconde apenas nas vitrines e alamedas dos grandes centros comerciais, muitos consumidores aderiram ao comércio eletrônico e estão comprando muito mais pela internet.

Esta semana, uma pesquisa realizada pelo portal Meu Bolso Feliz, em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito do Brasil (SPC Brasil), constatou que seis em cada dez (58%) consumidores virtuais já realizaram alguma compra online não planejada. Esse comportamento é mais comum entre os usuários com idade entre 18 e 25 anos (61%), pertencentes às classes A e B (63%) e com pós-graduação (70%). Na ponta do iceberg estão às roupas, líderes absolutas no ranking de produtos que mais seduzem os internautas nas ofertas virtuais. Em segundo lugar aparecem os acessórios de moda, como cintos, bolsas e calçados.

É comum imaginar que o internauta compre apenas o que estava planejado, dentro de um orçamento organizado, sem dar muito cartaz para as propagandas enviadas por e-mail, blogs ou redes sociais. Mas com a criação da propaganda personalizada, que reconhece os assuntos de interesse e gostos dos internautas, foi fundamental para aumentar o número de transações comerciais na rede. A ferramenta é simples e funciona por meio das configurações do navegador, que indicam que o cliente já entrou em determinada página e pode, potencialmente, se interessar por uma oferta de produto. Para fugir do instinto consumista, só resta ao internauta utilizar a web ao seu favor, aproveitando a ferramenta para pesquisar diferentes preços e características em diferentes sites.


Páscoa deve movimentar o comércio em Natal, já no resto do país haverá retração, afirma pesquisa da CNDL

26/03/2015 17h04

Uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN) na última semana, indicou que o natalense está pretendendo comprar produtos específicos para Páscoa e Semana Santa. Pelo menos 81% dos entrevistados irão consumir peixes e crustáceos no período, e 84% devem presentear amigos e familiares com ovos de chocolate. O estudo detalhado já foi divulgado pelo Portal Mercado Aberto.

Parecem números positivos, mas eles não serão suficientes, segundo um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que estima uma queda de 0,5% a 1% nas vendas com relação ao ano passado. É a primeira queda registrada no período em 11 anos. Em 2014, as vendas cresceram 3,0% em relação às de 2013, já descontando a inflação. Desde 2004, quando o faturamento real apontado foi 4,8% menor que o do ano anterior, a Páscoa não apresentava uma queda.

Em contrapartida essa retração pode até ser considerada positiva em tempos de crise. Com a economia patinando em vários setores, 0,5% não é um número tão desastroso assim. A Páscoa é a sexta data comemorativa mais importante para o varejo, perdendo apenas para o Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças e o Dia dos Namorados.

 


Alta do dólar pode afetar também o preço do pão francês

25/03/2015 18h12

Há quem acredite que o dólar mais alto não influencia muito no dia-a-dia de um cidadão comum, que não planeja viagens internacionais ou compra produtos importados. Grande engano. Com a moeda cotada a mais de R$ 3,00 os impactos são refletidos diretamente na cadeia produtiva de diversos setores da nossa economia. É o caso do pão francês, alimento preferido dos brasileiros na hora de pôr a mesa do café da manhã.

O pãozinho vai aumentar porque o custo da importação do trigo também foi pego pela inflação. O produto, que tinha subido 0,09% em janeiro, acelerou a alta para 1,23%. Com o efeito do pão francês, o café da manhã subiu 2,73% em fevereiro, ante 1,17% em janeiro. Panificadoras anunciaram esta semana que há uma expectativa de aumento de 10% a 12% no valor repassado ao consumidor. Em algumas panificadoras de Natal, o valor do quilo do pãozinho pode chegar a custar R$ 10,00. Isso significa que cada unidade de 50g vai sair por aproximadamente R$ 0,50.

Outros impactos

O setor de aviação também está sofrendo reajustes por causa da alta do dólar. Algumas empresas já anunciaram uma diminuição no número de decolagens diárias, como é o caso da Azul. A empresa confirmou que vai reduzir a oferta em pelo menos 10%.

As companhias aéreas notificaram nesta terça-feira (24) que não têm mais como arcar com os custos gerados pela disparada recente do dólar. Apesar da queda do preço do petróleo, o impacto da variação do dólar tem consequência imediata nas operações. O contrato de fornecimento de querosene usado pelos aviões é feito previamente para meses, então a baixa dos preços demorará mais para surtir efeito. Como não há possibilidade de reajustes nas tarifas repassadas ao consumidor, até mesmo por uma questão de mercado, a única solução que as companhias encontraram foi reduzir o número de voos.

 


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